Mundo

Bombardeios da coalizão contra EI deixam 6 mortos em Mossul

Caças dos EUA, britânicos e holandeses participaram de ataques contra Estado Islâmico nos bairros de Al Tahrir e Nerkal. Último foi atingido por sete foguetes

Estado Islâmico em Mossul: instalações de Al Kandi, usadas como sede do EI, foram alvos (Stringer/Reuters)

Estado Islâmico em Mossul: instalações de Al Kandi, usadas como sede do EI, foram alvos (Stringer/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2014 às 07h01.

Mossul (Iraque) - Os aviões da coalizão internacional lançaram novos ataques aéreos contra posições do grupo Estado Islâmico (EI) na cidade iraquiana de Mossul na noite de quarta-feira, e causaram a morte de pelo menos seis jihadistas e feriu dezessete.

O chefe do Comitê de Segurança do Conselho da província de Ninawa, da qual Mossul é capital, Mohammed Ibrahim al Bayati, explicou nesta quinta-feira à Agência Efe que os bombardeios tiveram como alvo várias bases no leste de Mossul.

Caças americanos, britânicos e holandeses participaram destes ataques contra o EI nos bairros de Al Tahrir e Nerkal. O último foi atingido por sete foguetes.

Outro alvo dos bombardeios foram as instalações de Al Kandi, no nordeste de Mossul, que serviram de base à Segunda Divisão do Exército iraquiano, e que agora são usadas pelo EI como sede.

Al Bayati indicou que mais de 20 ambulâncias chegaram aos lugares atingidos para evacuar os mortos e feridos, e não descartou que aumente o número de vítimas mortais, já que há corpos sob os escombros.

Em junho, o EI tomou o controle de Mossul e de outras zonas do norte do país e proclamou um califado no Iraque e na Síria, onde impôs uma interpretação radical da lei islâmica.

Acompanhe tudo sobre:TerrorismoVeículosEstado IslâmicoMortesTransportesAviõesIslamismoSunitas

Mais de Mundo

Trump diz ter boas relações com Lula e deseja encontrá-lo em Washington: 'Eu adoraria'

Argentina aprova lei que reduz maioridade penal para 14 anos

Trump ordena que agências americanas abandonem Anthropic após divergências com Pentágono

Trump diz que 'adoraria não' atacar o Irã, mas faz ressalva: 'pode ser necessário'