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Bombardeio no norte de Aleppo deixa pelo menos 43 mortos

40 dos mortos são milicianos de antigo braço da Al Qaeda e três do movimento Nuredin al Zinki

Aleppo: milicianos morreram em bombardeio aéreo de origem desconhecida, segundo ONG (Reuters)

Aleppo: milicianos morreram em bombardeio aéreo de origem desconhecida, segundo ONG (Reuters)

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EFE

Publicado em 20 de janeiro de 2017 às 08h14.

Beirute - Pelo menos 43 combatentes, a maioria da Frente da Conquista do Levante (ex-filial síria da Al Qaeda), morreram na noite de quinta-feira por conta de um bombardeio de aviões, de origem desconhecida, no oeste da província de Aleppo, na Síria, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Os mortos são 40 milicianos da antigo braço da Al Qaeda e três do Movimiento Nuredin al Zinki, que se encontravam no campo de treinamento de Al Sheij Salman, perto da aldeia de mesmo nome, onde havia combatentes de ambas organizações.

O Movimiento Nuredin al Zinki, de tendência islâmica, é uma das facções insurgentes mais importantes de Aleppo.

A ONG disse desconhecer se os aviões de ataque eram russos ou da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

A fonte lembrou que desde o início de ano aumentaram os ataques deste tipo contra posições da Frente da Conquista do Levante na província de Idlib, vizinha a Aleppo, onde pelo menos 56 membros da ex-filial da Al Qaeda e de outras organizações jihadistas morreram em bombardeios.

Alguns desses ataques aéreos foram realizados por aviões da coalizão internacional.

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