Mundo

Barco de imigrantes vira e deixa ao menos 25 mortos

O Mediterrâneo é onde mais imigrantes morrem no mundo. Mais de 2 mil imigrantes e refugiados morreram neste ano em tentativas de chegar à Europa de barco


	Helicóptero italiano faz busca no mediterrâneo após naufrágio na costa da Líbia: o Mediterrâneo é o local com o maior número de imigrantes mortos no mundo
 (Reuters/ Darrin Zammit/Reuters)

Helicóptero italiano faz busca no mediterrâneo após naufrágio na costa da Líbia: o Mediterrâneo é o local com o maior número de imigrantes mortos no mundo (Reuters/ Darrin Zammit/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de agosto de 2015 às 16h04.

Roma - Um barco lotado com até 700 imigrantes virou no mar Mediterrâneo na costa da Líbia nesta quarta-feira, e muitas pessoas podem ter morrido, disseram autoridades e agências de ajuda humanitária.

Autoridades afirmaram que ainda não está claro quantas pessoas estavam à bordo. A Guarda Costeira italiana e a agência de refugiados da ONU, Acnur, disseram que cerca de 400 pessoas foram resgatadas e que 25 corpos foram encontrados até o momento.

A operação, que conta com barcos das Marinhas da Itália e da Irlanda e do grupo humanitário Médicos Sem Fronteiras (MSF), continuava em andamento. O MSF, cujo barco de resgate Dignity 1 estava na área, disse em um tuíte que o barco supostamente levava 700 pessoas.

"A equipe no Dignity 1 confirma que tragicamente houve várias mortes, mas não tem os números nesse momento", disse a entidade no Twitter.

O Mediterrâneo é o local com o maior número de imigrantes mortos no mundo. Mais de 2 mil imigrantes e refugiados morreram neste ano em tentativas de chegar à Europa de barco, em comparação com 3.279 mortes durante o ano inteiro de 2014, informou a Organização Internacional de Imigração na terça-feira.

Acompanhe tudo sobre:ÁfricaImigraçãoONULíbia

Mais de Mundo

Secretário dos EUA sugere a cubanos que construam 'nova Cuba' proposta por Trump

Fifa monitora surto de Ebola no Congo antes da Copa do Mundo 2026

Irã ameaça ampliar guerra para além do Oriente Médio após Trump cogitar novos ataques

AIEA alerta para risco de liberação radioativa em ataques a usinas nucleares