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Ataque a bomba deixa 25 mortos em bar de Bagdá

Atentado em al-Qahira foi um dos piores ataques no Iraque desde que suicidas atingiram a mesma área, há dois meses

Morador olha um veículo danificado um dia após ataque com carro bomba em Dujail, 50 km ao norte de Bagdá (Reuters)
DR

Da Redação

Publicado em 23 de agosto de 2013 às 20h48.

Bagdá - Um homem-bomba matou 25 pessoas e feriu mais de 50 em Bagdá nesta sexta-feira ao detonar seus explosivos dentro de um bar movimentado, perto de um parque popular entre as famílias, disseram a polícia e fontes médicas.

O atentado ocorreu em al-Qahira, distrito ao norte da capital, uma área alvo de ataques anteriores. Crianças estavam entre os mortos, disseram as fontes, e os feridos foram levados para quatro hospitais diferentes.

Foi um dos piores ataques no Iraque desde que suicidas atingiram a mesma área, há dois meses, tendo como alvo uma mesquita xiita, matando 29 fiéis durante as orações do meio-dia.

Desde o início de 2013, ataques a bomba realizados principalmente por insurgentes sunitas têm cada vez mais alvejado cafés e outros locais onde as famílias se reúnem, além dos alvos comuns de instalações militares e postos de controle.

Dezoito meses após a retirada das tropas norte-americanas, o Iraque sofre com a pior onda de violência em cinco anos. Tensões sectárias profundas têm aumentado, agravadas pela guerra civil na vizinha Síria e divisões políticas entre xiitas, sunitas e facções étnicas curdas.

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O atentado ocorreu em al-Qahira, distrito ao norte da capital, uma área alvo de ataques anteriores. Crianças estavam entre os mortos, disseram as fontes, e os feridos foram levados para quatro hospitais diferentes.

Foi um dos piores ataques no Iraque desde que suicidas atingiram a mesma área, há dois meses, tendo como alvo uma mesquita xiita, matando 29 fiéis durante as orações do meio-dia.

Desde o início de 2013, ataques a bomba realizados principalmente por insurgentes sunitas têm cada vez mais alvejado cafés e outros locais onde as famílias se reúnem, além dos alvos comuns de instalações militares e postos de controle.

Dezoito meses após a retirada das tropas norte-americanas, o Iraque sofre com a pior onda de violência em cinco anos. Tensões sectárias profundas têm aumentado, agravadas pela guerra civil na vizinha Síria e divisões políticas entre xiitas, sunitas e facções étnicas curdas.

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