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Alckmin volta a defender mudança no reajuste do pedágio

Governo quer fazer reforma nos 12 primeiros lotes de estradas que passaram para o empreendimento privado

Alckmin quer mudar o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) para outro indicador nos pedágios (Cris Castello Branco/Governo de SP)

Alckmin quer mudar o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) para outro indicador nos pedágios (Cris Castello Branco/Governo de SP)

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Da Redação

Publicado em 24 de março de 2011 às 14h58.

São Paulo - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), voltou hoje a defender a mudança do índice de reajuste dos pedágios nos contratos de concessão de rodovias no Estado. O governo paulista pretende realizar a alteração nos 12 primeiros lotes de estradas que passaram para o empreendimento privado, na década de 1990.

Alckmin fez a declaração ao lado do secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, na entrega da nova Estação Carapicuíba da Linha 8-Diamante (Júlio Prestes-Itapevi) e de mais cinco trens para a frota da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

A base usada nesses contratos é o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). De acordo com o governador de São Paulo, o governo do Estado vai procurar as empresas concessionárias para negociar a criação de um novo indicador, que, segundo ele, levará em consideração os custos relativos às rodovias. "O IGP-M é um índice da década de 1990", disse. "Nós queremos ou o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ou um índice que retrate o conjunto dos custos de operação".

As cinco novas composições da CPTM fazem parte de um total de 105 trens comprados na gestão anterior, dos quais 47 foram entregues. A expectativa do governo de São Paulo é de que esse comboio de 105 trens esteja em operação até o fim do ano. Alckmin afirmou que, com a iniciativa, o intervalo dos trens no horário de pico na Linha 8 - Diamante, entre as estações Júlio Prestes e Itapevi, será reduzido de sete para quatro minutos.

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