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Acidente com helicóptero da Aramco deixa 14 mortos; veja o que se sabe

Autoridades investigam as causas da queda em região estratégica da Aramco, sem sobreviventes

Publicado em 28 de junho de 2026 às 12h54.

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A queda de um helicóptero operado pela petrolífera estatal Aramco deixou 14 mortos neste domingo, 28, em Ras Tanura, um dos polos mais sensíveis da infraestrutura energética da Arábia Saudita.

Todas as vítimas eram cidadãos sauditas, segundo autoridades locais, em um episódio que reacende preocupações sobre segurança operacional em uma região crítica para o mercado global de petróleo.

O impacto ocorreu nas primeiras horas do dia, por volta das 6h no horário local (0h em Brasília), na área de Ras Tanura, que concentra parte central da cadeia de exportação de petróleo do país. O local abriga o maior terminal offshore de carregamento de petróleo do mundo e uma das principais refinarias da estatal saudita.

Segundo informações divulgadas por autoridades do setor de energia, a aeronave caiu durante uma operação ainda não detalhada publicamente. As 14 pessoas a bordo morreram no local, sem sobreviventes, e todas eram de nacionalidade saudita.

Investigação busca determinar causas da queda

O governo saudita abriu uma investigação oficial em conjunto com órgãos competentes para apurar as circunstâncias do acidente. Até o momento, não há indicação pública sobre falha técnica, erro humano ou fatores externos que possam ter contribuído para a queda.

A Aramco ainda não divulgou posicionamento sobre o caso, nem esclareceu a natureza da missão realizada pelo helicóptero no momento do acidente.

O episódio ocorre em um ambiente de atenção reforçada sobre a infraestrutura energética saudita, especialmente em áreas estratégicas como Ras Tanura. A região já foi alvo de ataques no passado, incluindo ofensivas com drones e mísseis contra instalações de petróleo, o que elevou o nível de vigilância sobre ativos críticos do país.

A retomada recente das operações plenas no terminal e a importância de Ras Tanura para o fluxo global de petróleo colocam o acidente sob escrutínio adicional de autoridades e agentes do mercado energético internacional.

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