Mercado Imobiliário

Vendedor de imóvel usado dá desconto médio de 7%

Descontos no fechamento do negócio chegam a 7% do valor da unidade, aponta levantamento da Lello

Hoje o financiamento viabiliza praticamente metade das negociações fechadas na capital (Germano Lüders/EXAME.com)

Hoje o financiamento viabiliza praticamente metade das negociações fechadas na capital (Germano Lüders/EXAME.com)

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Da Redação

Publicado em 9 de agosto de 2011 às 14h47.

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São Paulo - O financiamento imobiliário para compra de imóveis usados na cidade de São Paulo quase dobrou nos últimos quatro anos e hoje viabiliza praticamente metade das negociações fechadas na capital.

De acordo com levantamento da administradora Lello, em 2007, essa forma de pagamento representava 25% dos negócios. Este ano, no 1º semestre, 48% das casas e apartamentos comercializados pela administradora foram por meio de financiamento obtido pelos compradores. Em comparação ao 1º semestre do ano passado, a participação do financiamento nas vendas cresceu 14,3%.

Os imóveis mais vendidos

Entre os imóveis residenciais, foram comercializados 72% de apartamentos e 28% de casas. As unidades de dois dormitórios responderam por 62% das vendas do total de apartamentos e 50% do total das casas no 1º semestre deste ano. O valor médio das vendas foi de R$ 370 mil. Já entre os imóveis comerciais, galpões e conjuntos/salas responderam por 80% dos negócios, com valor médio de venda de R$ 580 mil.

Negociação de valor

O preço pedido pelo imóvel na maioria das vezes não é o preço que o comprador paga para fechar o negócio. Dos imóveis usados comercializados no primeiro semestre, 55% tiveram negociações em seus valores, e os descontos concedidos ficaram entre 5% e 7% em relação ao valor pedido inicialmente.

“O cenário deste ano é semelhante ao verificado em 2010 e, em menor escala, também em 2009. Os imóveis continuam valorizados, a demanda é altíssima para unidades de um e dois dormitórios bem localizadas e por isso muitas pessoas vêm enxergando o mercado imobiliário com olhos de investidor”, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello.

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