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Bolsas da Ásia caem com China e EUA; HK perde 1,8%

A maioria das bolsas asiáticas encerrou em baixa, em meio à expectativa pela divulgação dos dados econômicos da China e dos balanços de empresas dos EUA, e diante do temor de restrições ao crédito na China.   As preocupações com o aperto de crédito na China fizeram a Bolsa de Hong Kong seguir os mercados […]

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h43.

A maioria das bolsas asiáticas encerrou em baixa, em meio à expectativa pela divulgação dos dados econômicos da China e dos balanços de empresas dos EUA, e diante do temor de restrições ao crédito na China.

As preocupações com o aperto de crédito na China fizeram a Bolsa de Hong Kong seguir os mercados chineses e fechar em baixa. O índice Hang Seng perdeu 1,8% e fechou aos 21.286,17 pontos. Segundo um analista, o índice pode recuperar o nível de 22 mil pontos se os dados macroeconômicos que a China divulga amanhã vierem em linha com as expectativas.

As bolsas da China fecharam com forte baixa, liderada por bancos e incorporadoras imobiliárias, depois que o órgão regulador do sistema bancário avisou que vai restringir a concessão de empréstimos depois do explosivo crescimento do crédito no ano passado. O Xangai Composto, índice que acompanha as ações A e B, recuou 2,9% e fechou aos 3.151,85 pontos. O Shenzhen Composto caiu 3,7% e terminou aos 1.191,75 pontos. Além das declarações do presidente da Comissão Regulatória Bancária da China, Liu Mingkang, Bank Of China ordenou que seus funcionários do setor de crédito suspendam a concessão de novos financiamentos, segundo informou à Dow Jones uma fonte próxima.

No câmbio, o dólar era negociado a 6,8271 yuans no mercado de balcão, por volta das 7h30 (de Brasília) pouco abaixo dos 6,8274 yuans da véspera. A paridade central foi fixada em 6,8273 yuans por dólar, contra 6,8270 yuans da terça-feira.

Na Bolsa de Taipei, em Taiwan, o índice Taiwan Weighted teve queda de 0,3%, e fechou aos 8.220,92 pontos, na terceira sessão consecutiva de perdas depois que o governo fixou, na sexta-feira, limites maiores do que o esperado sobre os ingressos da China para a compra de ações locais.

A Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, encerrou em alta, conduzida pelas empresas de telecomunicações e de serviços públicos. O índice Kospi avançou 0,2% e encerrou aos 1.714,38 pontos.

A Bolsa de Sydney, na Austrália, fechou em alta, apesar de ter reduzido os ganhos registrados no início do pregão, em meio à alta do dólar provocada pelos temores de que a China aperte mais o crédito, o que poderia ter consequências negativas para o crescimento econômico global. O índice S&P/ASX 200 subiu 0,1% e fechou aos 4.868,2 pontos.

O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, teve ligeira queda, de 0,02%, e fechou aos 3.083,86 pontos.

Preocupações sobre aperto monetário na China e falta de indicações do mercado futuro americano levaram a Bolsa de Cingapura a fechar em baixa´. O índice Strait Times recuou 0,7%, terminando aos 2.893,13 pontos.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, subiu 0,04% e fechou aos 2.667,26 pontos, por conta de desvalorização cambial à tarde, suscitando realizações de lucros.

A Bolsa de Bangcoc, na Tailândia fechou em baixa, novamente com as tensões política locais pressionando as vendas por temores de que os ganhos sejam afetados. O índice SET recuou 0,6% e fechou aos 731,80 pontos.

O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,5% e fechou aos 1306,62 pontos, porém abaixo da alta intraday de 1.307,94 devido a realizações de lucros nos setores de tecnologia, agrícola e de construção.

Com informações da Dow Jones

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