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Emprego: -1,32 mi; Bolsa sobe 0,89%…

Sem novidades para o mercado O discurso do presidente Donald Trump não trouxe novidades para o mercado financeiro. Nos Estados Unidos, índices como o Dow Jones e o S&P 500 subiram pouco mais de 0,10%. No Brasil, o Ibovespa ganhou força no fim do dia e subiu 0,89%. Os papéis de siderurgia e mineração figuraram […]

DESEMPREGO: no trimestre de novembro a fevereiro, país atingiu a marca de 13,5 milhões de desempregados / Reuters (foto/Reuters)

DESEMPREGO: no trimestre de novembro a fevereiro, país atingiu a marca de 13,5 milhões de desempregados / Reuters (foto/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 20 de janeiro de 2017 às 17h37.

Última atualização em 23 de junho de 2017 às 19h14.

Sem novidades para o mercado

O discurso do presidente Donald Trump não trouxe novidades para o mercado financeiro. Nos Estados Unidos, índices como o Dow Jones e o S&P 500 subiram pouco mais de 0,10%. No Brasil, o Ibovespa ganhou força no fim do dia e subiu 0,89%. Os papéis de siderurgia e mineração figuraram entre as maiores altas do dia: as ações preferenciais da Usiminas subiram 5,4%; e as da Vale, 4,7%. Do lado negativo, ações das exportadoras de papel e celulose Fibria e Klabin caíram, 2,9% e 2,2%, respectivamente. O dólar fechou no menor nível desde 12 de janeiro, em 3,18 reais. A moeda encerrou a semana em queda de 1,2%. Na semana, o Ibovespa subiu 1,37%.

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O segundo pior da história

Em 2016, o Brasil perdeu 1,32 milhão de vagas com carteira assinada. Os dados foram divulgados na tarde desta sexta-feira pelo Caged e mostram que o número de 2016 só não foi pior do que o de 2015, quando houve a perda de 1,54 milhão de vagas. Em dezembro, a quantidade de demissões superou a de contratações em 462.300 — o resultado foi melhor do que o mesmo mês de 2015, de 596.200. Ao longo do ano passado, a indústria de transformação eliminou 322.500 vagas; e a de construção civil, 658.600 postos — em ambos os casos, o número só foi melhor do que o registrado em 2015. O único setor que eliminou mais vagas em 2016 do que em 2015 foi o de serviços, cujas demissões superaram as contratações em 390.100.

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Dasa faz aquisição

A maior companhia de medicina diagnóstica do país, a Diagnósticos da América (Dasa), anunciou a assinatura do contrato de aquisição da rede de laboratórios SalomãoZoppi. O negócio foi avaliado em 600  milhões de reais, a Salomão passará a ser uma subsidiária integral da Dasa. As ações da companhia subiram 1,71% nesta sexta-feira.

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JHSF sobe

As ações da companhia JHSF, que atua no mercado imobiliário, subiram 5,7% nesta sexta-feira. A alta foi impulsionada pela notícia de que o presidente do conselho de administração da empresa, José Auriemo Neto, fechou um acordo de delação premiada no âmbito da Operação Acrônimo. O executivo assumiu responsabilidade pela contribuição ilegal de campanha e afirmou que “nem a JHSF Participações, nem suas controladas, tiveram envolvimento”. A companhia também anunciou o encerramento da investigação interna. “Após aproximadamente seis meses dos trabalhos investigatórios, não foram encontrados indícios para concluir que a companhia ou suas controladas tenham realizado pagamentos ilícitos”, afirma o comunicado divulgado.

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Produção industrial cai, de novo

A produção industrial caiu em dezembro pelo quarto mês seguido. O índice que mede a evolução da produção da Confederação Nacional da Indústria ficou em 40,7 pontos — o maior dos últimos quatro anos para o mês. A utilização da capacidade instalada aumentou 1 ponto percentual em relação a 2015, fechando 2016 em 63%. O emprego industrial, por outro lado, continuou em queda em dezembro e chegou ao menor índice desde julho, 44,7 pontos. Em novembro, o indicador estava em 45,8 pontos e, em dezembro de 2015, em 41,5 pontos.

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Heineken confirma negociação

A cervejaria Heineken confirmou nesta sexta-feira que está em negociações com a concorrente japonesa Kirin Holdings para comprar as operações da companhia no Brasil. A Brasil Kirin opera 12 cervejarias no país e foi criada em 2011 após a aquisição da Schincariol. A Heineken disse, em comunicado, que as discussões estavam em andamento e que não poderia haver certeza de que um acordo seria alcançado. O negócio foi antecipado pela última edição da revista EXAME.

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