O desempenho do Ibovespa é desanimador neste ano, mas a bolsa brasileira não está sozinha (Spencer Platt/AFP)
Karla Mamona
Publicado em 2 de setembro de 2015 às 17h01.
Do luxo e das viagens no pós-lockdown ao avanço do “revenge saving”, consumidores migraram do gasto compensatório para hábitos mais cautelosos
Redes sociais e comparação constante ampliam a sensação de insegurança com dinheiro
Estresse econômico, hiperconectividade e crédito fácil impulsionam comportamento de consumo impulsivo entre jovens dessa geração, em meio a desemprego elevado, informalidade e dificuldade de acesso à moradia
Novo título acompanha 100% da Selic, não sofre marcação a mercado e tem taxa de custódia de 0,2% ao ano apenas para valores acima de R$ 10 mil