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Bovespa abre em baixa com bancos e Petrobras

A Moody's rebaixou os ratings de dívida de longo prazo em escala global da estatal de A3 para Baa1


	Bovespa: por volta das 10h05, o Ibovespa caía 0,25%, aos 52.360,52 pontos
 (BM&FBovespa/Divulgação)

Bovespa: por volta das 10h05, o Ibovespa caía 0,25%, aos 52.360,52 pontos (BM&FBovespa/Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 4 de outubro de 2013 às 10h55.

São Paulo - Ao contrário do que acontece na primeira sexta-feira de cada mês, os mercados financeiros não conheceram nesta sexta-feira, 4, os números do relatório oficial do mercado de trabalho nos Estados Unidos, o que retrai os negócios com risco ao redor do globo.

Com isso, a Bovespa redireciona o foco para o noticiário doméstico, em meio ao rebaixamento em série promovido pela Moody's na avaliação de várias empresas brasileiras e que coloca em evidência as ações da Petrobras e do setor financeiro. Por volta das 10h05, o Ibovespa caía 0,25%, aos 52.360,52 pontos.

Na quinta-feira, 3, à noite, a Moody's rebaixou os ratings de dívida de longo prazo em escala global e em moedas local e estrangeira da estatal petrolífera de A3 para Baa1, citando a elevada alavancagem financeira. A perspectiva permaneceu negativa. A agência também revisou a perspectiva de rating de força financeira de banco autônomo de positiva para estável. Entre as instituições brasileiras, estão Bradesco, Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Caixa e Safra.

Para a equipe de analistas da Um Investimentos, os anúncios feitos pela Moody's são "marginalmente negativos para as ações das companhias". Com isso, os profissionais acreditam que a Bolsa brasileira deve ser influenciada por esse noticiário, em meio à cautela do mercado internacional, com os investidores aguardando novidades sobre a paralisação do governo dos EUA. No horário acima, o futuro do S&P 500 subia 0,25%.

"Os mercados devem ficar próximos à estabilidade, em dia de fraca agenda econômica internacional", avaliam. O calendário econômico para hoje reservava a divulgação do número de postos de trabalho criados nos EUA em setembro, com a respectiva taxa de desemprego. Contudo, a publicação do chamado payroll foi suspensa, por causa do "fechamento" da administração federal.

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