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Bovespa abre em alta após queda da véspera

Entre os destaques de alta apareciam Itaúsa (+4,14%), BR Malls (+3,39%) e Bradesco ON (+1,98%)


	Bovespa: por volta das 10h25, o Ibovespa subia 0,74%, aos 46.487,09 pontos
 (Paulo Fridman/Bloomberg News)

Bovespa: por volta das 10h25, o Ibovespa subia 0,74%, aos 46.487,09 pontos (Paulo Fridman/Bloomberg News)

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Da Redação

Publicado em 4 de fevereiro de 2014 às 09h57.

São Paulo - A Bovespa abriu em alta nesta terça-feira, 04, se recuperando parcialmente da forte queda de 3,13% registrada na segunda-feira, 03, que levou o Ibovespa para o menor nível em quase sete meses.

As bolsas de Nova York, que também amargaram grandes baixas na véspera, devem ensaiar uma retomada, mas indicadores a serem conhecidos mais tarde podem causar volatilidade.

Às 12h45 o instituto ISM divulga o índice de condições empresariais de Nova York em janeiro, e às 13h saem números sobre as encomendas à indústria dos EUA em dezembro. Por volta das 10h25, o Ibovespa subia 0,74%, aos 46.487,09 pontos.

Entre os destaques de alta apareciam Itaúsa (+4,14%), BR Malls (+3,39%) e Bradesco ON (+1,98%). Petrobras ON subia 0,99% e PN avançava 0,94%, enquanto Vale ON tinha alta de 0,37% e PN ganhava 0,62%. Em Nova York, o índice Dow Jones futuro subia 0,27%.

Itaú Unibanco, que divulgou nesta manhã uma alta de 33% no lucro líquido do quarto trimestre, a R$ 4,646 bilhões, tinha valorização de 3,71%, mas uma cobrança feita pela Receita de impostos relativos a 2008, quando os dois bancos se fundiram, preocupa os investidores.

Operadores consultados na manhã desta terça-feira são praticamente unânimes em afirmar que "bateram demais" na Bovespa ontem. Com isso, é "natural" esperar uma recomposição nos preços das ações, mas nenhum deles arrisca dizer se os ganhos serão sustentados até o fim do dia.

Isso porque, entre as variáveis a serem consideradas, estão o fluxo dos investidores externos - que têm atuado fortemente na ponta vendedora, com um déficit de quase R$ 1 bilhão no saldo de investimentos estrangeiros na Bolsa no mês passado; o comportamento dos mercados internacionais, à medida que forem conhecidos os indicadores econômicos do dia; e, ainda, a pressão sobre as principais blue chips.

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