Mercados

Ação do Google pode romper US$900 com estabilidade

Pelo menos cinco analistas aumentaram o preço-alvo para a ação num intervalo de 12 meses, entre 50 e 130 dólares por ação,


	Ações do Google chegaram ao pico de 844 dólares em março, mas caíram desde então diante de incertezas
 (Kristina Alexanderson/Creative Commons)

Ações do Google chegaram ao pico de 844 dólares em março, mas caíram desde então diante de incertezas (Kristina Alexanderson/Creative Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de abril de 2013 às 13h20.

A ação do Google deve retomar a tendência de alta, passando de menos de 800 dólares atualmente para cerca de 900 dólares, disseram analistas nesta sexta-feira, após o forte lucro trimestral da gigante de buscas reforçar sua posição como favorita do setor de tecnologia.

Pelo menos cinco analistas aumentaram o preço-alvo para a ação num intervalo de 12 meses, entre 50 e 130 dólares por ação, para 820 a 925 dólares. Outros três, que já tinham um preço-alvo para o papel acima de 935 dólares, reiteraram suas estimativas.

Alguns analistas disseram que a previsibilidade dos resultados do Google nos últimos trimestres estava permitindo a eles modelar melhor os ganhos e as tendências de preço de ação.

A força do negócio de buscas, principal do Google, que confere estabilidade aos seus resultados globais, também vai ajudá-lo a financiar projetos como o Google Glass e redes de alta velocidade, enquanto a empresa busca novos fluxos de receita, disseram alguns analistas.

As ações do Google chegaram ao pico de 844 dólares em março, mas caíram desde então diante da incerteza em relação ao negócio de publicidade móvel e sua divisão Motorola.

Alguns analistas ainda disseram que esperam que a ação chegue a 1 mil dólares em breve.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaGooglebolsas-de-valoresAçõesTecnologia da informaçãoMercado financeiroNasdaq

Mais de Mercados

Bloqueio em Ormuz pressiona preço do petróleo pelo 7º pregão seguido

Prévia da inflação no Brasil, balanço da Vale e juros no Japão: o que move os mercados

Em dois meses de Guerra no Irã, Ibovespa perdeu para NY apesar de dólar mais fraco

Última reunião do Fed com Powell na presidência começa hoje: o que esperar