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A expansão da inteligência artificial abre espaço para profissionais de desenvolvimento, análise, produtos e governança (Magnific/Reprodução)
Redatora
Publicado em 26 de outubro de 2026 às 06h01.
A expansão da inteligência artificial está criando oportunidades para profissionais que desenvolvem a tecnologia, adaptam suas aplicações às empresas e avaliam seus resultados.
Algumas funções exigem formação técnica avançada; outras combinam conhecimentos de negócios, comunicação e análise de dados.
O movimento aparece no Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, que aponta especialistas em inteligência artificial e aprendizado de máquina entre as ocupações com maior crescimento projetado até 2030.
Já o LinkedIn identificou o engenheiro de IA como uma das funções em destaque em seu levantamento global de empregos em ascensão de 2025.
A seguir, sete carreiras relacionadas a esse mercado e às necessidades que surgem conforme as organizações incorporam a tecnologia.
Desenvolve aplicações que utilizam IA, integrando modelos, dados e software para resolver problemas específicos.
Pode trabalhar na criação de assistentes virtuais, sistemas de recomendação e soluções automatizadas. Programação, matemática e conhecimento de dados costumam fazer parte dos requisitos.
O profissional de machine learning desenvolve e aprimora modelos capazes de identificar padrões nos dados. Seu trabalho envolve preparar informações, testar resultados e melhorar o desempenho das aplicações.
A função exige conhecimentos de estatística, programação e avaliação de modelos.
Cria e testa instruções para orientar ferramentas de IA generativa a produzir respostas mais adequadas a determinada tarefa.
A função pode envolver experimentação, avaliação de resultados e definição de padrões de uso. Embora exista como especialização, suas atribuições podem estar incorporadas a cargos de produto, conteúdo ou tecnologia.
Ajuda a aprimorar ferramentas ao classificar respostas, identificar erros e comparar resultados segundo critérios definidos.
Dependendo do projeto, pode ser necessário dominar idiomas, programação ou conhecimentos específicos, como direito e finanças. Parte dessas oportunidades é oferecida por contratos temporários ou por tarefa.
Conecta as necessidades dos usuários ao desenvolvimento de soluções tecnológicas. Define prioridades, acompanha testes e coordena equipes de engenharia, design e negócios.
Além de conhecer o mercado, precisa compreender as possibilidades e limitações da IA para avaliar se um produto realmente resolve o problema proposto.
Ajuda as organizações a estabelecer regras para o uso responsável da tecnologia. Entre as atribuições estão avaliar riscos, documentar decisões, acompanhar a proteção de dados e verificar o cumprimento de normas.
Direito, segurança da informação, gestão de riscos e conhecimento técnico podem ser relevantes para a função.
Trabalha para incorporar soluções de inteligência artificial aos processos e sistemas já utilizados por uma empresa.Pode mapear tarefas, conectar ferramentas e acompanhar a implementação.
O cargo exige compreensão dos fluxos de trabalho, capacidade de resolver problemas e, conforme a vaga, conhecimentos de programação e integração de sistemas.
O caminho depende da função desejada. Quem pretende trabalhar com engenharia deve investir em programação, matemática e dados.
Para áreas de produto, integração e governança, conhecimentos de negócios, gestão de projetos e avaliação de riscos podem complementar a formação técnica.
Aprender a utilizar ferramentas de IA é um ponto de partida, mas projetos práticos ajudam a demonstrar competências. Criar uma aplicação simples, documentar um processo automatizado ou avaliar os resultados de uma ferramenta são maneiras de construir um portfólio.
Acompanhar os requisitos das vagas e desenvolver habilidades compatíveis com a área escolhida é uma forma mais consistente de se preparar para as mudanças do mercado.