Parte dos danos mais significativos ocorreu nas proximidades de Tonosí, cidade próxima ao epicentro do terremoto (EFE)
Repórter de ESG
Publicado em 10 de outubro de 2026 às 09h10.
O Panamá registrou 107 réplicas após o terremoto de magnitude 7,7 que atingiu o sul do país nesta sexta-feira, segundo o Instituto de Geociências do Panamá (IGC). O primeiro balanço do governo aponta danos em quase todas as estações de tratamento de água e interrupção do acesso terrestre a Tonosí. Duas pessoas ficaram feridas, e não havia registro de mortes.
O Panamá registrou 107 réplicas após o terremoto de magnitude 7,7 que atingiu o sul do país nesta sexta-feira, segundo o Instituto de Geociências do Panamá, o IGC.
Os tremores secundários foram sentidos em diferentes regiões do país e continuavam ocorrendo horas depois do abalo principal. Nestor Luque, diretor do instituto, afirmou à rede de televisão TVN que duas réplicas aconteceram enquanto ele concedia entrevista.
Segundo Luque, os tremores estão concentrados na área do chamado Sistema de Falha Azuero-Panamá, conjunto de estruturas geológicas associadas à movimentação da crosta terrestre.
“Todas essas réplicas são aqui nesta área que é onde se encontra o ‘Sistema de Falha Azuero-Panamá’, o que corrobora efetivamente que o evento principal foi uma liberação de energia súbita de uma porção da falha ativa”, afirmou.
O primeiro balanço oficial do governo panamenho aponta que o terremoto danificou quase todas as estações de tratamento de água do país.
Também foram registrados estragos em igrejas, hotéis, estabelecimentos comerciais, edifícios públicos e rodovias. Até o primeiro relatório, não havia registro de mortes.
Parte dos danos mais significativos ocorreu nas proximidades de Tonosí, cidade próxima ao epicentro do terremoto. O acesso terrestre ao município foi completamente interrompido, segundo fontes do governo.
Na província de Veraguas, duas pessoas ficaram feridas, de acordo com Arturo González, diretor regional do Sistema de Proteção Civil, o Sinaproc.
Equipes de emergência também resgataram com vida uma pessoa que ficou presa sob os escombros de uma igreja que desabou durante o terremoto.
A sequência de réplicas mantém as autoridades em alerta, enquanto o governo avalia a extensão dos danos à infraestrutura e as condições de acesso às áreas mais atingidas.
O Panamá registrou 107 réplicas após o terremoto de magnitude 7,7 desta sexta-feira, segundo o Instituto de Geociências do Panamá. Os tremores secundários continuavam horas depois do abalo principal e foram sentidos em diferentes regiões.
As réplicas estão concentradas na área do Sistema de Falha Azuero-Panamá, segundo Nestor Luque, diretor do Instituto de Geociências do Panamá. Luque afirmou que a localização indica uma liberação súbita de energia em uma porção ativa da falha.
O terremoto danificou quase todas as estações de tratamento de água do país, segundo o primeiro balanço oficial do governo panamenho. Também houve estragos em igrejas, hotéis, estabelecimentos comerciais, edifícios públicos e rodovias.
Duas pessoas ficaram feridas na província de Veraguas, de acordo com Arturo González, diretor regional do Sistema de Proteção Civil. Até o primeiro relatório oficial, não havia registro de mortes, e uma pessoa foi resgatada com vida dos escombros de uma igreja.
O acesso terrestre a Tonosí foi completamente interrompido, segundo fontes do governo panamenho. A cidade, localizada perto do epicentro, concentrou parte dos danos mais significativos.