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Após protesto, manifestantes hostilizam presidente do COI

A caminho de um compromisso, o dirigente deixou o lobby do hotel sob um forte esquema de segurança

Thomas Bach, presidente do COI (Elza Fiuza/Agência Brasil)
DR

Da Redação

Publicado em 28 de fevereiro de 2015 às 17h47.

Rio - O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, que está em visita ao Rio de Janeiro com a cúpula da entidade, foi hostilizado por ambientalistas na tarde deste sábado, em frente a um hotel de luxo de Copacabana, zona sul da cidade, onde os membros da entidade estão hospedados.

A caminho de um compromisso, o dirigente deixou o lobby do hotel sob um forte esquema de segurança, mas saiu do bloqueio formado por policiais militares para esboçar uma tentativa de conversa com os manifestantes, que não quiseram conversa. E responderam com vaias, gritos de "assassino" e faixas que diziam "COI go home (COI vá para casa)". Em seguida, ele entrou na van da delegação e foi embora.

"Ele (Thomas Bach) é cúmplice do Eduardo Paes (prefeito do Rio) na devastação da mata atlântica. Estão desmatando a área de preservação para beneficiar empreiteiros", afirmou o biólogo Marcelo Mello, integrante do grupo "Ocupa Golfe", que acusa os organizadores dos Jogos de não respeitarem as leis ambientais do local onde está sendo construído o campo olímpico de golfe.

Em entrevista antes de deixar o hotel, ciente de que estava ocorrendo um protesto do lado de fora, Thomas Bach afirmou "que está aberto para um diálogo com todos". Disse também que recebeu garantias governamentais de que a construção do campo de golfe está sendo feita de forma responsável.

Cerca de duas horas antes, uma ativista que não quis se identificar invadiu o lobby do hotel para fazer um apitaço. Após a confusão inicial do ato, ela foi recepcionada pelo diretor de comunicação do COI, Mark Adams, que trocou contatos com a ativista para tentar manter um diálogo sobre as reivindicações do "Ocupa Golfe".

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A caminho de um compromisso, o dirigente deixou o lobby do hotel sob um forte esquema de segurança, mas saiu do bloqueio formado por policiais militares para esboçar uma tentativa de conversa com os manifestantes, que não quiseram conversa. E responderam com vaias, gritos de "assassino" e faixas que diziam "COI go home (COI vá para casa)". Em seguida, ele entrou na van da delegação e foi embora.

"Ele (Thomas Bach) é cúmplice do Eduardo Paes (prefeito do Rio) na devastação da mata atlântica. Estão desmatando a área de preservação para beneficiar empreiteiros", afirmou o biólogo Marcelo Mello, integrante do grupo "Ocupa Golfe", que acusa os organizadores dos Jogos de não respeitarem as leis ambientais do local onde está sendo construído o campo olímpico de golfe.

Em entrevista antes de deixar o hotel, ciente de que estava ocorrendo um protesto do lado de fora, Thomas Bach afirmou "que está aberto para um diálogo com todos". Disse também que recebeu garantias governamentais de que a construção do campo de golfe está sendo feita de forma responsável.

Cerca de duas horas antes, uma ativista que não quis se identificar invadiu o lobby do hotel para fazer um apitaço. Após a confusão inicial do ato, ela foi recepcionada pelo diretor de comunicação do COI, Mark Adams, que trocou contatos com a ativista para tentar manter um diálogo sobre as reivindicações do "Ocupa Golfe".

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