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Uso de inteligência artificial é ‘vantagem competitiva’ para empresas, diz MIT

Inteligência artificial, se incorporada por empresas, pode maximizar vendas, aprimorar segurança e liberar funcionários de tarefas repetitivas, aponta relatório do MIT Technology Review

Inteligência artificial pode beneficiar experiência de clientes (Getty Images/Reprodução)

Inteligência artificial pode beneficiar experiência de clientes (Getty Images/Reprodução)

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Mariana Maria Silva

20 de janeiro de 2023, 13h30

A inteligência artificial pode ir muito além de imagens criativas e textos prontos, como Lensa e Chat GPT. Segundo a plataforma de conteúdo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), empresas dos mais diversos setores podem se beneficiar de “vantagens competitivas” ao integrar soluções de inteligência artificial em seus negócios.

A hiperpersonalização, que entra no escopo da inteligência artificial generativa, é uma das aplicações que pode gerar mais impacto para empresas. Ao focar em experiências únicas para cada cliente ou usuário, a hiperpersonalização promove melhorias em um fator determinante para conquistar o sucesso: a fidelização e o engajamento.

“Mais que um forte diferenciador de marca, essa experiência representa hoje uma vantagem competitiva”, diz o relatório.

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Economia de dinheiro e aumento de eficiência foram alguns dos benefícios mencionados pelo MIT. Hoje em dia, aplicativos empresariais baseados em inteligência artificial, ou “IA” na sigla em inglês, servem para aprimorar o atendimento ao cliente, maximizar vendas, aprimorar a segurança, otimizar a cadeia de suprimentos e liberar funcionários de tarefas repetitivas.

“É difícil pensar em uma área de uma empresa em que a IA não tenha impacto”, afirma o MIT Technology Review.

Os serviços estão, de fato, se tornando cada vez mais personalizados para o cliente, e a inteligência artificial terá um vasto mercado para atuar nesse sentido.

Sugestões de produtos da Amazon e recomendações de filmes do Netflix ou músicas no Spotify são alguns dos exemplos já utilizados por milhões de pessoas ao redor do mundo e geram uma relação consistente com o usuário. Tudo isso depende da inteligência artificial para funcionar.

De acordo com uma pesquisa do IDC Worldwide Artificial Intelligence Spending Guide, os gastos globais em Inteligência Artificial, incluindo software, hardware e serviços para sistemas centrados em IA, atingirão quase US$ 118 bilhões em 2022, ultrapassando os US$ 300 bilhões em 2026.

Segundo o IDC, até 2025, o volume de dados gerados em todo o mundo chegará a 175 zettabytes, ou seja, 175 bilhões de terabytes.

(Mynt/Divulgação)

“Para empresas comprometidas com a tomada de decisões orientada por dados, o aumento de dados será providencial, pois grandes conjuntos de dados são a matéria-prima para produzir a inteligência de negócios capaz de impulsionar melhorias nas operações de negócios ou de conduzir ao surgimento de novas linhas de negócios. Sem a IA, no entanto, as empresas não têm como lançar mão desse vasto capital”, explicou o relatório do MIT Technology Review, intitulado “Interfaces inteligentes para a hiperpersonalização”.

A partir de sucessos como as edições de final de ano do Spotify Wrapped, que mostra as músicas mais ouvidas ao longo do ano pelo usuário, iniciativas de inteligência artificial podem ajudar a construir relacionamentos mais sólidos e duradouros entre o cliente e a empresa sem a necessidade de um grande esforço operacional.

“Se você tem um e-commerce, é natural que se pergunte como essa interface consegue vender mais. Uma ferramenta dessas consegue fazer múltiplos testes simultaneamente, em tempo real, e modificar uma interface para vender mais. Assim, ela consegue definir qual a melhor para cada perfil de consumidor”, explicou Allan Fonseca, diretor da Infobase Interativa, ao MIT Technology Review.

A empresa onde Allan Fonseca trabalha é referência em soluções de e-commerce no Brasil e parceira estratégica da Adobe.

“No futuro, cada um terá uma experiência própria, só sua. E isso só será possível graças a ferramentas que possam não só prover os insights, mas criar mudanças constantes em função do comportamento do usuário. Que possibilitem que as empresas pensem o cliente individualmente de forma a entender o comportamento que se alterou. E que possam promover esta personalização em larga escala, com testes em tempo real com múltiplas variáveis para milhões de usuários”, concluiu Fonseca.

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