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Apesar de preocupações com inflação, bitcoin se mantém acima de US$ 81 mil

Especialista aponta que maior criptomoeda do mundo mantém resiliência apesar de mercado pressionado com alta nos preços do petróleo e preocupações com a inflação

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 11 de maio de 2026 às 11h00.

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Nesta segunda-feira, 11, o bitcoin é negociado a US$ 81 mil. A maior criptomoeda do mundo chegou a ultrapassar os US$ 82 mil durante o final de semana, mas os mercados seguem "pressionados" com a alta do preço do petróleo e as preocupações com a inflação, segundo um especialista da Bitget.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 81.004, com alta de 0,1% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Nos últimos sete dias, a criptomoeda subiu 2,6%.

O Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, sinaliza neutralidade em 48 pontos. O marcador que vai de 0 a 100 passou boa parte dos primeiros meses de 2026 em suas pontuações mais baixas de "medo extremo".

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"O bitcoin está se mantendo acima de US$ 81 mil apesar da pressão renovada nos mercados globais de risco causada pela alta dos preços do petróleo e pelas preocupações com a inflação. Os fluxos de entrada em ETFs e o contínuo posicionamento institucional estão ajudando a estabilizar o BTC, mesmo com o petróleo bruto sendo negociado na faixa de US$ 92 a US$ 100 devido aos riscos de oferta no Oriente Médio. O mercado agora observa se o bitcoin conseguirá sustentar o movimento em direção ao nível de US$ 85 mil caso as condições macroeconômicas permaneçam estáveis", disse Gil Herrera, diretor de estratégia e operações da Bitget para América Latina.

O especialista revelou ainda que "os mercados estão reagindo a commodities, juros e criptomoedas de forma conjunta, em vez de tratá-los como operações separadas". "Essa mudança está fortalecendo a demanda por estratégias de negociação cross-asset, especialmente durante períodos de maior volatilidade entre petróleo, ouro, ações e ativos digitais", acrescentou.

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