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5 criptomoedas que podem disparar em março, segundo especialistas

Cinco especialistas do mercado financeiro apontam as criptomoedas que podem disparar em março; descubra quais

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 3 de março de 2026 às 14h40.

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O mercado de criptomoedas iniciou o mês de março com os abalos da escalada de conflitos no Oriente Médio, o envolvimento dos Estados Unidos e a morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei.

O sentimento do mercado cripto, que já vinha sinalizando “medo extremo” no Índice de Medo e Ganância, segue apresentando uma de suas menores métricas de sentimento da história do setor cripto.

Apesar do sentimento de incerteza global e pessimismo para ativos de risco como as criptos, especialistas apontam os cinco ativos que podem apresentar performance positiva neste mês.

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1. Bitcoin (BTC)

“ Em março de 2026, o bitcoin segue como o principal ativo estruturante do mercado cripto. Após um 2025 marcado por maior maturidade institucional e consolidação como reserva de valor digital, o BTC entra no novo ciclo com um perfil mais estratégico do que especulativo”, disse Julián Colombo, diretor sênior de políticas públicas e estratégia para a América do Sul na Bitso.

“O mercado em 2026 está menos movido por narrativas disruptivas e mais por integração ao sistema financeiro tradicional, e o bitcoin ocupa posição central nesse processo. Para março, ele tende a funcionar como referência de liquidez e termômetro de risco do setor, especialmente em um ambiente macro que ainda exige cautela. O potencial de valorização continua presente, mas o principal papel do BTC neste momento é a estabilidade relativa e proteção dentro do universo cripto”, acrescentou.

2. Ether (ETH)

“No momento, a criptomoeda nativa da rede Ethereum pode ser promissora devido ao aumento da liquidez no mercado cripto e à expectativa de novos fluxos institucionais impulsionados por ETFs e pela retomada de protocolos DeFi”, explicaram os analistas do Mercado Bitcoin em um comunicado.

“O fortalecimento da narrativa de reprecificação dos ativos de risco e a busca por blockchains estáveis e escaláveis também favorecem o ether. Para o próximo mês, a expectativa é de valorização moderada com base em uma possível recuperação do setor e aumento de transações em staking e layer 2, que tendem a gerar maior demanda por ETH”, acrescentaram.

3. Solana (SOL)

“A Solana permanece entre as criptomoedas alternativas ao bitcoin com maior liquidez e presença em mercados futuros. Conhecida por amplificar movimentos do mercado, tanto de alta quanto de baixa, a criptomoeda costuma registrar variações percentuais superiores à média do setor em momentos de maior apetite por risco”, disse Guilherme Fais, head de finanças da NovaDAX.

4. Pax Gold (PAXG)

Paulo Camargo, embaixador da OKX, apontou que o bitcoin segue como o principal ativo a ser acompanhado, mas que acumula cinco meses consecutivos no negativo e, por isso, ativos de reserva de valor como o ouro tokenizado (PAXG) ganhan relevância neste cenário:

“O bitcoin acumula cinco meses consecutivos no negativo, um evento extremamente raro em sua história, que só foi observado uma única vez no passado. Naquele episódio, o movimento acabou marcando um ponto de inflexão importante para o preço do ativo, com uma reversão relevante nos meses seguintes. Isso não garante um movimento semelhante, mas chama atenção para o grau de estresse já precificado pelo mercado”, disse.

“Diante desse contexto, março tende a ser um mês importante para observar uma possível mudança de dinâmica. O bitcoin segue como o principal ativo a ser acompanhado, tanto pelo histórico quanto pelo papel central que exerce no mercado. Além dele, ativos que se beneficiam de maior volatilidade, como a Hyperliquid, e reservas de valor dentro do ecossistema cripto, como o ouro tokenizado via PAXG ou XAUT, também ganham relevância em um cenário ainda marcado por incerteza e busca por proteção”, acrescentou.

5. Chainlink (LINK)

“A LINK segue como líder em infraestrutura de oráculos, peça essencial para conectar contratos inteligentes a dados do mundo real. A expansão de soluções voltadas para tokenização institucional e interoperabilidade entre redes reforça sua relevância estratégica. Em um cenário de crescente integração entre finanças tradicionais e blockchain, o papel da Chainlink tende a ganhar ainda mais destaque”, disse Marcelo Person, diretor de mercados e tesouraria cripto da Foxbit.

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