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Apresentado por ESPRO

O futuro do trabalho passa pelas mãos dos jovens do Espro

Em videocast, Alessandro Saade destaca as competências exigidas pelo mercado e o impacto real da socioaprendizagem na vida profissional

 (ESPRO/Divulgação)

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EXAME Solutions
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Publicado em 28 de novembro de 2025 às 16h00.

Última atualização em 2 de dezembro de 2025 às 15h09.

Em um mercado em rápida transformação, dominar técnicas não é mais suficiente. Habilidades humanas, comportamentais, como trabalho em equipe, resolução de problemas e inteligência emocional, são cada vez mais valorizadas. E é exatamente nesse ponto que a socioaprendizagem se destaca, formando jovens preparados para os desafios do mercado.
Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro, explica como a organização conecta adolescentes e jovens ao mundo corporativo:

“Hoje o mercado exige competências como relacionamento interpessoal, criatividade e pensamento crítico. E o mais curioso é que muitos jovens já possuem essas habilidades, mas não têm consciência disso”, explica.

“Se ele é voluntário na igreja ou na comunidade, participa de esportes coletivos ou ajuda nas coisas de casa, já desenvolve iniciativas de trabalho em equipe e resolução de problemas. Muitas vezes, precisamos apenas traduzir essas atitudes para que o mercado reconheça o potencial desse jovem.”

Integração ao mundo do trabalho

Com mais de 40 anos de atuação, o Espro desenvolve o programa Formação para o Mundo do Trabalho (FMT), curso de capacitação que ajuda jovens a partir de 14 anos a conquistar o primeiro emprego.

“Por quase dois meses, todos os dias no contraturno da escola, o jovem recebe orientação, desenvolve inteligência emocional, pensamento crítico e letramento digital, e absorve a cultura corporativa de forma gradual”, detalha Saade.
O executivo reforça que a experiência permite explorar diferentes áreas da empresa e descobrir novos caminhos profissionais em um ambiente seguro: “Quando o jovem percebe que pode explorar outras áreas, ele desenvolve protagonismo e busca oportunidades que antes não imaginava.”

Na aprendizagem profissional, o jovem trabalha quatro dias por semana e faz um dia de aprendizado teórico em uma das mais de 50 unidades da entidade espalhadas pelo Brasil. Lá, ele se desenvolve tecnicamente – e emocionalmente – ao trabalho que realiza na empresa empregadora.

Resultados que transformam vidas

Os números falam por si: “Um ano após o término do programa, 83% dos jovens seguem empregados — um terço na mesma empresa, outro terço em empresas de porte semelhante, e o restante empreendendo ou aprovado em concurso público. Além disso, muitos continuam estudando e compreendem a importância do aprendizado ao longo da vida”, afirma Saade.
O efeito, segundo ele, é duplo: beneficia os jovens com autonomia e preparo profissional, e oferece às empresas uma força de trabalho mais capacitada e alinhada à cultura corporativa.

Empresas como parceiras

Qualquer empresa pode investir em aprendizes: “A lei da aprendizagem prevê que empresas a partir de oito funcionários já podem contratar aprendizes. Temos mais de um milhão de jovens no nosso banco de talentos e recebemos cerca de 250 mil inscrições espontâneas todos os anos. Conseguimos direcionar os candidatos ideais para cada vaga”, explica Saade.
Ele destaca ainda a importância da mentoria: “As empresas que desenvolvem tutoria para acompanhar o jovem possuem um resultado ainda melhor. Isso permite que ele absorva conhecimento e competências de forma estruturada, enquanto a empresa forma profissionais que já estão familiarizados com sua cultura e processos.”

Impacto social

O impacto vai além da esfera profissional. “Hoje, quando os jovens lembram de seus primeiros instrutores e do processo que vivenciaram, o olhar deles brilha. A gratidão pelo programa é enorme e mostra como a socioaprendizagem transforma vidas, não apenas carreiras”, afirma Saade.
O superintendente reforça ainda a visão de futuro: “Não há sustentabilidade sem a inclusão de novas gerações. Investir nos jovens é investir no futuro do trabalho e da sociedade.”
Confira, a seguir, a entrevista completa com Alessandro Saade e veja como jovens e empresas podem se beneficiar dos programas oferecidos pelo Espro:

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