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Como pais e mães percebem a rotina de trabalho com bebês, segundo pesquisa

A marca de cuidados infantis Huggies, da fabricante de bens de consumo Kimberly-Clark, divulga o estudo Parentalidade Real, em parceria com o instituto On the Go

Pais e mães falam de mudanças na vida após nascimento dos filhos (Halfpoint Images/Getty Images)

Pais e mães falam de mudanças na vida após nascimento dos filhos (Halfpoint Images/Getty Images)

Marina Filippe

Marina Filippe

Publicado em 14 de agosto de 2022 às 08h00.

Última atualização em 14 de agosto de 2022 às 09h22.

A marca de cuidados infantis Huggies, da fabricante de bens de consumo Kimberly-Clark, lançou o reposicionamento global Bebê, estamos juntos nessa, que visa explorar as descobertas da vida, celebrando suas conquistas de forma real. E, para ajudar a dar luz às percepções e motivações de mães e pais brasileiros sobre a realidade com as crianças, a marca divulga o estudo Parentalidade Real, em parceria com o instituto On the Go.

Entre os dados do estudo, há uma parte focada nos pais, que de acordo com as entrevistas, estão menos inseguros (52%) com o futuro das crianças e se mostram mais familiarizados com as tarefas de ordem prática, como lavar louça (74%) ou cozinhar (47%). A hora do banho, da alimentação e da troca de fraldas fica por conta deles com, respectivamente, 83%, 82% e 81%.

“Os costumes e as percepções variam de acordo com a região, e o estudo permeou os hábitos de diversas famílias. Com isso, conseguimos compreender ainda mais as diferentes formas que os pais encaram o desafio e influenciam nas descobertas e rotinas dos pequenos”, afirma Gabriela Jacob, líder de Consumer Insights da Kimberly Clark.

Rotina de mães e pais

Algumas das mudanças que a chegada de um bebê traz estão relacionadas também à nova rotina e à configuração da casa, que aos poucos vão se adaptando com a presença de um novo membro. Nesse cenário, para a maioria dos entrevistados, na medida do possível, a casa está organizada (65%), porém, em níveis menores para as mães solo (38%).

Sobre as demandas do dia a dia, os homens (76%) e os iniciantes (69%) dizem ser mais proativos nos serviços domésticos e nas idas ao mercado (ambos 52%). Além disso, dos entrevistados, os parceiros (as) são os principais colaboradores (46%) na atenção ao bebê, de forma mais significativa para os homens (57%). Já a ajuda dos familiares é essencial para mães solo (43%).

Além disso, entre os entrevistados, 93% disseram que ser pai ou mãe se tornou a coisa mais importante da vida deles, 91% que não sabiam o que era amar incondicionalmente até ter um filho e 90% que descobriram a melhor versão depois do nascimento do bebê. Por outro lado, diante das obrigações impostas, a maternidade também provoca sensação de culpa mais intensa para as mães solo (65%).

Quanto ao trabalho, 45% declararam que sempre trabalharam, e agora isso se tornou ainda mais importante, 17% disseram que precisaram sair do emprego; 12% trabalham, mas estão em busca de nova colocação para melhorar a renda; 12% estão desempregados; e 9% estão fazendo trabalho freelancer para completar a renda.

“Buscando conectar cada vez mais Huggies aos bebês e às suas famílias, o novo posicionamento reflete a realidade materna/paterna como ela é, com o bebê sendo o protagonista da rotina familiar. Queremos enfatizar que estamos com eles nessa jornada de descobertas com seus pais, apresentando um mundo de novidades. E, agora, com os estudos que levantamos e a pesquisa, trazemos um pouco dos anseios e da rotina das famílias”, reforça Carlina Gormezano, gerente de Marketing de Huggies no Brasil.

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