Economia

Vendas a prazo em São Paulo cresceram 2,9% na 1ª quinzena

Alta foi causada em parte porque os consumidores estão aproveitando as liquidações de início de ano e as sobras de estoque para comprar produtos a crédito


	Consumidora escolhe sapatos em loja de shopping: vendas à vista ficaram praticamente estáveis na primeira quinzena de janeiro ante 2013, com elevação de 0,7%
 (Dado Galdieri/Bloomberg)

Consumidora escolhe sapatos em loja de shopping: vendas à vista ficaram praticamente estáveis na primeira quinzena de janeiro ante 2013, com elevação de 0,7% (Dado Galdieri/Bloomberg)

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Da Redação

Publicado em 16 de janeiro de 2014 às 19h37.

São Paulo - As vendas a prazo no comércio paulistano cresceram 2,9% na primeira quinzena de janeiro, segundo mostra o Indicador de Movimento do Comércio a Prazo (IMC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Esta alta foi causada em parte porque os consumidores estão aproveitando as liquidações de início de ano e as sobras de estoque para comprar produtos a crédito, além dos estímulo do programa do governo federal Minha Casa Melhor, que financia móveis e eletrodomésticos para os mutuários do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Em relação à primeira quinzena de dezembro de 2013, o IMC registrou queda sazonal de 22,5%, já esperada em razão das vendas fortes vinculadas às festas de fim de ano.

Já as vendas à vista, avaliadas pelo (Indicador de Movimento de Cheques (ICH), ficaram praticamente estáveis na primeira quinzena de janeiro ante 2013, com elevação de 0,7% - puxadas pelas roupas e calçados da Moda Verão. As vendas desses itens registraram saltos nos últimos anos e se estabilizam, agora, num nível elevado, similar ao de 2013. Comparando-se com dezembro, houve queda sazonal de 42,8%, em razão da Natal, assim como ocorreu com o IMC.

"Os dados mostram continuidade, com as vendas crescendo em ritmo moderado, similar ao dos últimos meses de 2013", comentou o presidente da ACSP, Rogério Amato. "Isso não quer dizer que o desempenho ao longo de 2014 também será moderado. Trata-se de uma informação preliminar, que não pode ser projetada para todo o ano", ponderou.

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