Economia

SP adia entrega de propostas pelo monotrilho do ABC

A sessão pública estava inicialmente prevista para acontecer na próxima segunda-feira, 7, às 14h


	Monotrilho em São Paulo: expectativa do governo paulista é de que as obras sejam iniciadas ainda em 2014 e concluídas em 2018
 (Germano Lüders/EXAME)

Monotrilho em São Paulo: expectativa do governo paulista é de que as obras sejam iniciadas ainda em 2014 e concluídas em 2018 (Germano Lüders/EXAME)

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Da Redação

Publicado em 3 de abril de 2014 às 15h56.

São Paulo - A entrega dos envelopes com as propostas pela Parceria Público-Privada (PPP) da linha 18 - Bronze do Metrô de São Paulo foi adiada para o dia 16 de abril.

A sessão pública estava inicialmente prevista para acontecer na próxima segunda-feira, 7, às 14h. Documento sobre a postergação foi arquivado na página da Secretaria dos Transportes Metropolitanos.

Conforme o documento, o aviso de adiamento será publicado no Diário Oficial do Estado e da União.

O monotrilho da Linha 18 interligará a região do ABC Paulista, na Grande São Paulo, ao sistema metroferroviário por meio de integração na Estação Tamanduateí (Linha 2 - Verde do Metrô e Linha 10 - Turquesa da CPTM) e terá cerca de 15 quilômetros de extensão, com 13 estações.

A linha interligará os municípios de São Paulo, São Caetano do Sul, Santo André e São Bernardo do Campo, com previsão de atender 314 mil passageiros por dia.

A expectativa do governo paulista é de que as obras sejam iniciadas ainda em 2014 e concluídas em 2018.

O custo estimado do projeto é de R$ 4,2 bilhões, sendo R$ 3,8 bilhões custeados 50% pelo governo do Estado e 50% pela iniciativa privada. Os outros R$ 406 milhões são referentes às desapropriações que serão executadas pelo Estado.

Deste valor, R$ 400 milhões vêm do governo federal a fundo perdido, por meio do PAC 2. A concessão terá prazo de 25 anos, dos quais os quatro primeiros serão de construção da infraestrutura.

O contrato tem valor estimado de R$ 11,792 bilhões, correspondente à soma dos valores nominais do aporte e da projeção da contraprestação pecuniária, das receitas decorrentes da tarifa e das receitas acessórias.

Podem participar da licitação empresas nacionais ou estrangeiras, reunidas em consórcio ou isoladamente.

A licitação será julgada com inversão das fases, primeiramente analisando a garantia de proposta, em seguida, a proposta comercial e, por fim, a habilitação e metodologia de execução.

As propostas comerciais serão classificadas pelo critério de menor valor oferecido a título de contraprestação pecuniária, que não poderá superar os R$ 300,467 milhões (data base de 01/08/2013).

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