Setor privado dos EUA cria 170 mil vagas em janeiro

O setor de serviços gerou no mês passado 152 mil empregos e o de bens de produção aumentou em 18 mil

Nova York - O setor privado dos Estados Unidos criou 170 mil postos de trabalho em janeiro, informou nesta quarta-feira a Automatic Data Processing (ADP), que revisou para baixo os dados de dezembro para 292 mil.

Conforme o ADP, o setor de serviços gerou no mês passado 152 mil empregos e o de bens de produção aumentou em 18 mil, dos quais 10 mil são do manufatureiro.

Por tamanho, as empresas com mais de 500 funcionários criaram 3 mil empregos, enquanto as médias (entre 50 e 500 trabalhadores) geraram 72 mil novos postos e as pequenas (menos de 50 empregados) outros 95 mil.

Do total dos empregos criados nos pequenos negócios, 11 mil corresponderam ao setor dos bens de produção e os demais 84 mil ao de serviços.

Em janeiro, o setor da construção gerou 2 mil novos postos, frente aos 27 mil de dezembro, e no de serviços financeiros surgiram 9 mil vagas - no mês anterior apenas 1 mil foram criadas - o que representa o maior avanço de uma das áreas mais atingidas pela crise financeira de 2008.

'Nos últimos três meses, o ritmo de crescimento mensal médio foi de 223 mil empregos, frente aos 163 mil durante 2011', indicou o presidente e executivo-chefe da ADP, Carlos Rodríguez, que espera manutenção da evolução positiva ao longo de 2012.

Já o presidente da Macroeconomic Advisers, Joel Prakken, afirmou no mesmo comunicado que 'as condições do mercado de trabalho continuam melhorando em ritmo moderado'.

Prakken ressaltou que os dados do relatório do ADP marcam 24 meses consecutivos de aumento de emprego no setor privado, o que considerou 'coerente com a recente aceleração do Produto Interno Bruto (PIB), que no último trimestre cresceu 2,8%, o número mais elevado desde meados de 2010'.

Esses dados foram anunciados antes de o Departamento de Trabalho dos EUA divulgar, na sexta-feira, seu relatório oficial sobre emprego em janeiro, tanto no setor privado quanto no público, além da taxa de desemprego, que agora é de 8,5%. 

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