Economia

Produção industrial alemã cresce menos que o esperado

Produção industrial da Alemanha avançou menos que o projetado em outubro


	Indústria na Alemanha: produção registrou expansão de 0,2 por cento graças à aceleração na atividade de construção
 (Getty Images)

Indústria na Alemanha: produção registrou expansão de 0,2 por cento graças à aceleração na atividade de construção (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de dezembro de 2014 às 09h09.

Berlim - A produção industrial da Alemanha avançou menos que o projetado em outubro, oferecendo apenas um apoio fraco para as esperanças de que a maior economia da Europa está voltando à saúde após um fraco terceiro trimestre.

A produção registrou expansão de 0,2 por cento graças à aceleração na atividade de construção, embora a produção de energia tenha registrado queda, de acordo com dados do ministério da Economia divulgados nesta segunda-feira. O número principal ficou abaixo das expectativas de alta de 0,3 por cento.

"A indústria alemã teve um começo fraco no quarto trimestre, mas dados os níveis melhores de encomendas, esperamos forte desenvolvimento nos próximos meses", disse o economista da Sal Oppenheim, Ulrike Kastens, acrescentando que preços mais baixos de petróleo e a fraqueza do euro devem oferecer apoio.

Números na semana passada mostraram que as encomendas à indústria cresceram muito mais que o esperado em outubro, mas outros dados sobre o setor têm sido mais negativos. Pesquisa recente do Índice de Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) mostrou que a atividade manufatureira contraiu em novembro ao ritmo rápido em 17 meses, em parte devido à queda nos novos negócios.

Acompanhe tudo sobre:Indústrias em geralPaíses ricosEuropaAlemanhaIndústria

Mais de Economia

Balança Comercial do Brasil registra superávit de US$ 9,7 bilhões em junho

Produção industrial tem primeira queda de 2026 em maio

FMI deve revisar para cima previsão de crescimento do Brasil em 2026, diz Dario Durigan

Governo começará a retirar subsídio à gasolina na próxima semana, reforça ministro da Fazenda