Economia

Presidente da Petrobras afirma que Lula demandou que empresa apoie o desenvolvimento do país

Magda Chambriard ainda detalhou que há grande espaço para investir em nova fontes de geração de energia sustentável e a Petrobras apoiará esse movimento

Antonio Temóteo
Antonio Temóteo

Repórter especial de Macroeconomia

Publicado em 12 de junho de 2024 às 11h53.

Última atualização em 12 de junho de 2024 às 12h03.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta quarta-feira, 12, que a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de mover a companhia “para apoiar e suportar desenvolvimento do país para aumentar o PIB (Produto Interno Bruto)". As declarações foram feitas durante o evento FII Priority Summit, no Rio de Janeiro.

"Considerando a Petrobras, a ideia é de que possamos usar o poder dos recursos brasileiros investindo em um pacote, pensando na sociedade brasileira, e em liderar investimentos não só para América do Sul, mas também para lugares pobres no Brasil", disse.

Segundo ela, a Petrobras investe principalmente em petróleo e gás, mas também aplica em energias renováveis, como geração eólica.

"A diversificação de energia primária está sobre a mesa de negociações, e também o reforço da cadeia industrial do Brasil está no radar para reforçar o desenvolvimento do País", disse Magda.

Magda ainda detalhou que há grande espaço para investir em nova fontes de geração de energia sustentável e a Petrobras apoiará esse movimento.

"A Petrobras vai apoiar isso e temos que mover a Petrobras para apoiar o Brasil. Temos ações em várias direções, temos investido em energia limpa. As renováveis estão sobre a mesa, a energia eólica tem tido muito sucesso", disse.

Acompanhe tudo sobre:EconomiaPetrobrasMagda Chambriard

Mais de Economia

Ministro da Fazenda diz que definição do PCC e CV como terroristas vai encarecer serviços bancários

Correios têm prejuízo de R$ 3,1 bilhões no 1º trimestre, com queda de receita e elevação de custos

Estado de SP cria 202 mil empregos em quatro meses

Petrobras reduz preço do querosene de aviação: o que muda?