Economia

Preços sobem após Ucrânia dizer que atacou blindados russos

Artilharia ucraniana destruiu parte de uma coluna de blindados russos que atravessou a fronteira da Ucrânia durante a noite, disse o presidente Petro Poroshenko


	Petróleo: Brent subia 1,3 dólar às 13h29, para 103,37 dólares por barril
 (John Moore/Getty Images)

Petróleo: Brent subia 1,3 dólar às 13h29, para 103,37 dólares por barril (John Moore/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de agosto de 2014 às 14h06.

Londres - Os contratos futuros do petróleo Brent e os negociados nos EUA (WTI) subiram mais de 1 dólar nesta sexta-feira, por notícias de que forças da Ucrânia atacaram blindados russos, segundo operadores.

O petróleo Brent subia 1,3 dólar às 13h29 (horário de Brasília), para 103,37 dólares por barril. O petróleo nos EUA avançava 1,17 dólar, a 96,75 dólares, no mesmo horário.

A artilharia ucraniana destruiu parte "significativa" de uma coluna de blindados russos que atravessou a fronteira da Ucrânia durante a noite, disse o presidente Petro Poroshenko ao primeiro-ministro britânico, David Cameron, nesta sexta-feira, de acordo com o site da Presidência.

"O mercado está atento a tensões geopolíticas, e é por isso que estamos vendo este pico", disse o diretor executivo da consultoria Oil Outlooks em Houston, Carl Larry.

"Tivemos uma grande corrida para o lado negativo ao longo dos últimos dias, então muitos vendidos estão ficando nervosos", acrescentou Larry.

A alta ocorreu após modestos ganhos mais cedo depois de queda acentuada na quinta-feira para o menor patamar em 13 meses, com uma ampla oferta do petróleo de alta qualidade e sinais de desaceleração econômica global superando a demanda por combustíveis.

Acompanhe tudo sobre:PetróleoPreçosEnergiaUcrâniaCommodities

Mais de Economia

Durigan diz que Lei da Reciprocidade pode ser discutida novamente se tarifaço dos EUA for confirmado

Inflação da Argentina desacelera em junho, representando uma vitória para Milei

Focus projeta queda de 5,30% para 5,16% do IPCA em 2026

Empresários de Brasil e EUA propõem acordo em duas etapas para evitar tarifaço