Economia

Para Abras, PIB pode elevar otimismo de investidores

A perspectiva da associação de supermercados é de crescimento real de 3,5% nas vendas do setor este ano


	Supermercado em São Paulo: o gerente de economia da associação destaca que os supermercados seguem expandindo unidades e abrindo lojas
 (Lia Lubambo/EXAME.com)

Supermercado em São Paulo: o gerente de economia da associação destaca que os supermercados seguem expandindo unidades e abrindo lojas (Lia Lubambo/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 30 de agosto de 2013 às 14h57.

São Paulo - O crescimento do PIB do segundo trimestre de 2013, de 1,5% sobre o primeiro trimestre, divulgado nesta sexta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pode servir para aumentar o otimismo de investidores e consumidores, avaliou o gerente de economia da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Flávio Tayra.

"As análises estavam excessivamente pessimistas e a confiança do consumidor é balizada por essas informações", comentou. Ele reiterou a perspectiva da Abras de crescimento real de 3,5% nas vendas do setor supermercadista este ano.

Tayra ainda avaliou positivamente a alta de 2,3% no consumo das famílias medido pelo IBGE na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

Ele ponderou que o nível de emprego segue estável, o que é um bom indicador para a performance do comércio nos próximos meses. Ele destaca que os supermercados seguem expandindo unidades e abrindo lojas.

No mês de julho, as vendas reais do setor supermercadista registraram alta de 11,59% em relação ao mesmo mês de 2012. Na comparação com junho, houve crescimento de 3,45%. Sobre agosto, Tayra diz que o desempenho tem sido bastante positivo, mas os dados ainda não foram compilados.

Acompanhe tudo sobre:Indicadores econômicosDesenvolvimento econômicoCrescimento econômicoPIB

Mais de Economia

Mercado aumenta expectativa e projeta Selic em 14% em 2026

Mundo está em nova era de juros altos, e a conta pode chegar ao Brasil, diz Pessoa

Senado aprova acordo entre Mercosul e bloco europeu EFTA; tratado prevê redução de tarifas

BC corta a Selic pela 3ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 14,25%