Economia

Medo de brasileiro do desemprego cai em 2014,diz CNI

A pesquisa é divulgada a cada três meses


	Carteira de trabalho: a queda em relação ao trimestre imediatamente anterior, de 2,6%, é a primeira verificada depois de seis trimestres consecutivos de alta
 (Marcos Santos/USP Imagens)

Carteira de trabalho: a queda em relação ao trimestre imediatamente anterior, de 2,6%, é a primeira verificada depois de seis trimestres consecutivos de alta (Marcos Santos/USP Imagens)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de janeiro de 2015 às 11h14.

Brasília - O medo do desemprego, que crescia desde março de 2013 entre a população brasileira, mostrou queda no fim de 2014. O índice do medo do desemprego, divulgado nesta quinta-feira, 8, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), caiu de 77 pontos em setembro para 75 em dezembro de 2014. A pesquisa é divulgada a cada três meses.

A queda em relação ao trimestre imediatamente anterior, de 2,6%, é a primeira verificada depois de seis trimestres consecutivos de alta. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, entretanto, o índice mostra uma alta de 2,7%. Em dezembro de 2013, estava em 73 pontos.

O índice que mede a satisfação com a vida, por outro lado, caiu depois de dois trimestres de aumento. Em dezembro de 2014, ele ficou em 103,2 pontos, uma queda de 0,6% ante os 103,8 pontos registrados em setembro.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o índice manteve estabilidade: em dezembro de 2013, também estava em 103,2 pontos.

Para elaborar a pesquisa, a CNI contou com pesquisa de opinião pública conduzida pelo Ibope Inteligência. De 5 a 8 de dezembro de 2014, foram feitas 2002 entrevistas em 142 municípios.

Acompanhe tudo sobre:Mercado de trabalhoDesempregoCNI – Confederação Nacional da Indústria

Mais de Economia

IPCA-15: prévia da inflação desacelera e fecha maio em 0,62%

Focus eleva projeção do IPCA de 4,92% para 5,04% em 2026

Governo anuncia bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões em gastos no Orçamento

Arrecadação bate recorde em abril e supera R$ 1 trilhão no acumulado do ano