Economia

Intenção de compra no varejo de SP é maior desde 1999

O índice de consumidores que pretende adquirir bens duráveis ou semiduráveis no primeiro trimestre deste ano atingiu o maior patamar desde 1999, quando o levantamento do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), passou a ser realizado. Segundo pesquisa divulgada hoje pela instituição, 77,2% de 500 consumidores consultados na cidade […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h43.

Priorizar nos meus resultados Google

O índice de consumidores que pretende adquirir bens duráveis ou semiduráveis no primeiro trimestre deste ano atingiu o maior patamar desde 1999, quando o levantamento do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), passou a ser realizado. Segundo pesquisa divulgada hoje pela instituição, 77,2% de 500 consumidores consultados na cidade de São Paulo informaram que devem ir às compras neste início de ano.

Em termos de intenção de gastos, o quanto em dinheiro o consumidor se dispõe a pagar, em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o levantamento apontou na categoria de eletroeletrônicos alta de 103,5%, para R$ 1,649 mil. Em seguida aparecem materiais de construção, com aumento de 24%, para R$ 3,104 mil; móveis, com incremento de 12,4%, para R$ 1,334 mil; e informática, com crescimento de 10,5%, para R$ 1,491 mil. Por outro lado, a pesquisa constatou queda de 20,4% na intenção de gastos na categoria de telefonia e celular (para R$ 301), assim como em eletroportáteis (-13%, para R$ 217), cine e foto (-8,9%, para R$ 509) e linha branca (-7,2%, para R$ 1,322 mil).

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Desemprego cai a 5,3% no trimestre até julho — Brasil bate recorde de ocupação

Tesouro enfrenta mercado mais cauteloso e aumenta exposição da dívida à Selic

PCE: inflação fica em 3,7% nos 12 meses até julho e supera expectativas nos EUA

IPCA-15 de agosto cai 0,40%, com inflação em 12 meses a 4,24%