Economia

Inflação em SP arrefece; alimentos e transportes caem

Índice teve variação positiva de 0,05% na primeira quadrissemana de junho, após alta de 0,31% no mês de maio

Transportes recuaram 0,74% na primeira quadrissemana, ante avanço anterior de 0,19%, com impacto do reajuste dos combustíveis (Wikimedia Commons)

Transportes recuaram 0,74% na primeira quadrissemana, ante avanço anterior de 0,19%, com impacto do reajuste dos combustíveis (Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de junho de 2011 às 13h57.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A inflação ao consumidor em São Paulo desacelerou fortemente no começo deste mês, refletindo sobretudo quedas de custos de alimentos e transportes.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo teve variação positiva de 0,05 por cento na primeira quadrissemana de junho, após alta de 0,31 por cento no mês de maio, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quinta-feira.

Os custos do grupo Alimentação tiveram queda, de 0,29 por cento nesta leitura, contra alta de 0,19 por cento na anterior.

Os de Transportes recuaram 0,74 por cento na primeira quadrissemana, ante avanço anterior de 0,19 por cento, em razão da saída do impacto do reajuste dos combustíveis.

Os preços de Saúde arrefeceram a alta para 0,59 por cento agora, contra 0,69 por cento em maio, com o início da diminuição do efeito do aumento dos remédios.

Já os de Despesas pessoais subiram um pouco mais, em 0,49 por cento na primeira quadrissemana, contra 0,41 por cento no dado anterior.

O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos. O dado da primeira quadrissemana mediu os preços entre 8 de maio e 7 de junho.

Acompanhe tudo sobre:Setor de transporteTrigoTransporte e logísticaAlimentaçãoConsumoInflação

Mais de Economia

Avanço ou litígio? Reforma tributária gera discussão sobre responsabilidade de contadores

CPI: inflação dos EUA acelera para 0,4% em agosto com alta da gasolina

IPCA tem deflação de 0,32% em agosto; veja o que ficou mais barato

Conferência em SP reúne investidores globais em mercado de US$ 234 bi