Economia

Inadimplência caiu em quase todas as regiões do país

De acordo com o BC, inadimplência no segmento de recursos livres no país ficou em 5,5 por cento em abril


	Prédio do Banco Central em Brasília: dados mostraram que o crescimento da economia no primeiro trimestre foi de apenas 0,6%, com retração de 0,3% da indústria
 (REUTERS/Ueslei Marcelino)

Prédio do Banco Central em Brasília: dados mostraram que o crescimento da economia no primeiro trimestre foi de apenas 0,6%, com retração de 0,3% da indústria (REUTERS/Ueslei Marcelino)

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Da Redação

Publicado em 7 de junho de 2013 às 12h25.

Brasília - O crescimento moderado do crédito ocorre em meio a uma pequena queda da inadimplência em todas as regiões do país, informou o Banco Central por meio do seu Boletim Regional, divulgado nesta sexta-feira em Porto Alegre.

De acordo com o BC, na análise dos indicadores de crédito no período de 12 meses encerrados em fevereiro deste ano, os recuos na inadimplência foram de 0,1 ponto percentual na região Norte, de 0,2 ponto percentual no Nordeste, de 0,2 ponto percentual no Sul e de 0,4 ponto percentual no Centro-Oeste. Na região Sudeste, a inadimplência manteve-se estável.

Os dados mostram que as regiões brasileiras apresentam os seguintes níveis de inadimplência no trimestre encerrado em fevereiro: 4,3 por cento no Norte, 4,1 por cento no Nordeste, 3,1 por cento no Sudeste, 2,9 por cento no Sul e 3,2 por cento no Centro-Oeste.

Nos indicadores mais atualizados da autoridade monetária, a inadimplência no segmento de recursos livres no país ficou em 5,5 por cento em abril, estável em relação a março, quando encerrou uma trajetória de duas quedas consecutivas.

No documento apresentado nesta sexta-feira, o BC também destaca que a expansão da economia esteve, no trimestre encerrado em fevereiro, disseminado em todas as regiões brasileiras.

"A magnitude desse movimento decorreu, sobretudo, da maior ou menor relevância da economia regional, da indústria e da agropecuária, setores que se mostraram mais dinâmicos", avaliou o BC no documento.

Os dados mais recentes sobre a atividade econômica do país não confirmaram a análise de que a indústria teria reagido positivamente no início deste ano. O crescimento da economia no primeiro trimestre foi de apenas 0,6 por cento, com retração de 0,3 por cento da indústria.

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