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Guerra impulsiona exportação de gasolina e aço brasileiros

Veja especial sobre o conflito Brasília, 20 de março (Portal EXAME) A segunda Guerra do Golfo pode estar ajudando as exportações brasileiras, segundo números da balança comercial nas primeiras duas semanas de março. Os Estados Unidos e outros grandes importadores, provavelmente, tentam aumentar seus estoques de insumos como combustíveis, ferro e aço, em preparação para […]

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Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 10h53.

  • Veja especial sobre o conflito

    Brasília, 20 de março (Portal EXAME) A segunda Guerra do Golfo pode estar ajudando as exportações brasileiras, segundo números da balança comercial nas primeiras duas semanas de março. Os Estados Unidos e outros grandes importadores, provavelmente, tentam aumentar seus estoques de insumos como combustíveis, ferro e aço, em preparação para o conflito. O desempenho das exportações, nas duas primeiras semanas de março, mostra o aumento das vendas de alguns produtos estratégicos , afirma o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan.

    Ele já havia defendido a tese na terça-feira, com base nos números de fevereiro. A pedido do ministro, a Secretaria de Comércio Exterior compilou os dados da primeira quinzena de março, para verificar se a tendência se mantinha no terceiro mês do ano.

    O valor exportado de gasolina cresceu 110% e o de laminados de ferro e aço, 33%, em comparação com as duas primeiras semanas de março de 2002.

    É difícil distinguir quanto desse aumento ocorreu por causa da guerra, porque as exportações crescem em ritmo forte desde o ano passado e houve recuperação de preços internacionais de mercadorias básicas, o que estimulou o fechamento de negócios. Outros produtos tiveram aumento significativo no valor exportado, quando comparados os mesmos períodos: óleo de soja, 43%; açúcar, 26%; celulose, 24%; soja em grão, 21%; e café em grão, 20%.

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