Economia

FUP recomenda aceitar proposta de anistia da Petrobras

Por Alexandre Rodrigues Rio - A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que levará aos trabalhadores da Petrobras indicativo de aceitação de uma nova proposta apresentada hoje pela estatal com a anistia de advertências e suspensões impostas a cerca de 90 funcionários que participaram da greve da categoria em março deste ano. A Petrobras concordou […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h47.

Por Alexandre Rodrigues

Rio - A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que levará aos trabalhadores da Petrobras indicativo de aceitação de uma nova proposta apresentada hoje pela estatal com a anistia de advertências e suspensões impostas a cerca de 90 funcionários que participaram da greve da categoria em março deste ano. A Petrobras concordou com a anistia na quarta rodada de negociação com representantes de 11 sindicatos, que decidiram aceitar a proposta da companhia e encaminhar o indicativo de acordo em assembleias que serão realizadas até o próximo dia 10.

"Nesta quarta contraproposta apresentada à categoria, a Petrobras cancela as punições arbitrariamente impostas aos petroleiros que fizeram a greve de março", comemora nota divulgada pela FUP. Segundo a entidade, mais de dois mil trabalhadores fizeram uma paralisação relâmpago hoje nas unidades da Petrobras em Linhares (ES) para pressionar a estatal pelo cancelamento das punições. Segundo o sindicato local, o movimento parou sete sondas terrestres (4 de produção e 3 de perfuração). Também houve operação padrão pela causa na Bahia e em Pernambuco por parte de petroleiros da Relam, Transpetro e Fafen.

 

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Focus projeta queda de 5,30% para 5,16% do IPCA em 2026

Empresários de Brasil e EUA propõem acordo em duas etapas para evitar tarifaço

IPCA de junho desacelera para 0,16%; inflação acumulada em 12 meses chega a 4,64%

Guerra no Irã deve provocar primeira queda da demanda por petróleo desde 2020, diz IEA