Economia

EUA: chefe do Estado-Maior defende relação com Bric

Mullen disse que tem procurado intensificar as relações entre Washington e os ´motores econômicos´

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 1 de agosto de 2010 às 12h50.

Washington - O chefe do Estado-Maior americano, almirante Michael Mullen, considerou neste domingo que a crise econômica que atinge seu país não deve levar Washington a se isolar, e defendeu relações mais estreitas com Brasil, China e Índia.

"Me preocupei por alguns anos porque nos distanciamos de nosso papel no cenário mundial, seja lá por qual motivo, e, certamente, em grande parte pela situação econômica", disse o almirante Mullen no programa "Meet The Press" da rede NBC.

Além disso, acrescentou, a recessão poderá "nos levar a nos isolarmos um pouco mais".

"Este isolacionismo vai ser sustentável durante algum tempo. Mas em um mundo que exige mais interconexão, engajamento no plano mundial, no final, (o isolacionismo) nos enfraquecerá", alertou.

Michael Mullen disse que tem procurado intensificar as relações entre Washington e os "motores econômicos", que são Índia, Brasil e China. Mas se queixa de Pequim por ter rompido os laços com o Exército americano. Ele também afirmou que a Marinha americana continuará a operar no Mar Amarelo, apesar das críticas de Pequim

Acompanhe tudo sobre:Países ricosAmérica LatinaEstados Unidos (EUA)Dados de BrasilBrics

Mais de Economia

Lula oficializa Otto Lobo na presidência da CVM

Governo diz que tarifa dos EUA por trabalho forçado é 'absurda' e recorrerá à Lei da Reciprocidade

Balança comercial do Brasil tem superávit de US$ 7,8 bi em maio, puxado por agronegócio e indústria

Galípolo vê economia brasileira mais resiliente após tarifaço e guerra no Oriente Médio