Economia

Emprego no comércio cresceu 6,4% entre 2011 e 2012

O número de pessoas empregadas no comércio cresceu 6,4% entre 2011 e 2012, segundo dados do IBGE


	Comércio: total de pessoas ocupadas passou de 9,6 milhões para 10,2 milhões
 (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Comércio: total de pessoas ocupadas passou de 9,6 milhões para 10,2 milhões (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 29 de setembro de 2014 às 11h27.

Rio de Janeiro - O número de pessoas empregadas no comércio cresceu 6,4% entre 2011 e 2012, segundo dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O total de pessoas ocupadas no setor passou de 9,6 milhões, em dezembro de 2011, para 10,2 milhões, em dezembro de 2012.

Entre os três grande subsetores, o maior crescimento foi observado no comércio varejista (6,8%), ao passar de 7,06 milhões de trabalhadores, em 2011, para 7,54 milhões, em 2012.

O atacado teve um aumento de 6,1% no pessoal ocupado, ao passar de 1,63 milhão para 1,73 milhão no período.

Já o emprego no comércio de veículos, peças e motocicletas cresceu 4,5%, 913,7 mil para 954,5 mil de pessoas ocupadas.

Entre os principais empregadores em dezembro de 2012, estão as atividades de hiper e supermercados, 1,14 milhão de pessoas; de material de construção, 970,1 mil; e de artigos de vestuário e complementos, 938,9 mil.

O número total de empresas no comércio cresceu de 1,6 milhão, em 2011, para 1,61 milhão, em 2012, uma alta de 0,9%.

Já a receita operacional líquida do segmento cresceu 16,4%, de R$ 2,1 trilhões para R$ 2,4 trilhões no mesmo período.

Os salários, retiradas e outras remunerações cresceram 18,4%, chegando a R$ 150,9 bilhões.

As despesas das empresas comerciais, em 2012, somaram R$ 319,1 bilhões, sendo R$ 135,4 bilhões com outras despesas operacionais e não operacionais, 42,4% do total; R$ 61,2 bilhões com serviços prestados por terceiros, 19,2%; e R$ 59,1 bilhões com despesas financeiras, 18,5%.

As empresas também gastaram R$ 30,7 bilhões com alugueis de imóveis e condomínio, 9,6% do total; R$ 13 bilhões com energia elétrica, gás, água e esgoto, 4,1%; R$ 11,7 bilhões com impostos e taxas, 3,7%; e R$ 8 bilhões com serviços de comunicação, 2,5%.

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