Economia

Dilma diz que PIB brasileiro vai merecer medalha

O PIB brasileiro cresceu apenas 0,2% no primeiro trimestre de 2012, em relação ao quarto trimestre de 2011

"Você vai ver se não vai merecer. Nós estamos no esquentamento", disse Dilma, sobre o PIB (Ueslei Marcelino/Reuters)

"Você vai ver se não vai merecer. Nós estamos no esquentamento", disse Dilma, sobre o PIB (Ueslei Marcelino/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de junho de 2012 às 14h30.

Brasília - Bem-humorada, a presidente Dilma Rousseff recebeu no início da tarde desta sexta-feira parte da delegação brasileira que vai participar dos Jogos Olímpicos de Londres, de 27 de julho a 12 de agosto.

Questionada pela Agência Estado se o PIB brasileiro vai merecer medalha no final do ano, a presidente respondeu: "Você vai ver se não vai merecer. Nós estamos no esquentamento". Dilma deu a resposta simulando o exercício de halteres, no intuito de brincar com os esforços do governo para aquecer a economia.

Ao lado do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, a presidente recebeu os atletas após reunião de cerca de três horas e meia com governadores de todo o país em que foi anunciada uma linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para projetos de infraestrutura.

O PIB brasileiro cresceu apenas 0,2% no primeiro trimestre de 2012, em relação ao quarto trimestre de 2011. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse recentemente que, se o problema da Grécia não for resolvido, dificilmente o Brasil conseguirá crescer 4,5% neste ano. E acrescentou que o PIB será abaixo desse patamar, "mas maior do que os 2,7% do ano passado".

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilGoverno DilmaIndicadores econômicosDesenvolvimento econômicoCrescimento econômicoPIB

Mais de Economia

Focus eleva projeção do IPCA de 4,92% para 5,04% em 2026

Governo anuncia bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões em gastos no Orçamento

Arrecadação bate recorde em abril e supera R$ 1 trilhão no acumulado do ano

Desenrola 2.0 renegociou R$ 10 bilhões em dívidas, diz Durigan