Economia

Custo para classe média em SP sobe 0,23% em maio

São Paulo - O Índice do Custo de Vida da Classe Média (ICVM) registrou alta de 0,23% em maio em relação a abril, informou hoje a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). O indicador, que abrange consumidores com renda entre 5 e 15 salários mínimos paulistas (entre […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h45.

São Paulo - O Índice do Custo de Vida da Classe Média (ICVM) registrou alta de 0,23% em maio em relação a abril, informou hoje a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). O indicador, que abrange consumidores com renda entre 5 e 15 salários mínimos paulistas (entre R$ 2,8 mil e R$ 8,4 mil), serve como referência para a variação de preços para a classe média da cidade de São Paulo.

De janeiro a maio deste ano, o ICVM acumula alta de 2,62% e, no período de 12 meses encerrado em maio, aumento de 4,68%. De acordo com a Fecomercio-SP, que elabora o índice em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB), remédios e bebidas puxaram a alta dos preços em maio. O reajuste médio dos preços dos remédios foi de 1,82% no mês. Sozinho, o grupo Saúde apresentou alta de 1,08%.

No grupo Despesas Pessoais, que registrou alta de 0,23% em maio ante abril, os preços dos refrigerantes subiram 0,41%, enquanto as cervejas ficaram 1,32% mais caras. De acordo com a Fecomercio-SP, os aumentos estão ligados à aproximação da Copa do Mundo, que impulsionou o consumo de bebidas. Para o assessor econômico da Fecomercio, Gilson Garófalo, o resultado de maio do ICVM indica que não há indícios de descontrole inflacionário.

Acompanhe tudo sobre:cidades-brasileirasMetrópoles globaisPreçosSão Paulo capitalCusto de vida

Mais de Economia

Boletim Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2026 pela 5ª vez consecutiva

Após ata, aposta por corte de 0,5 ponto na Selic em março ganha força

Carlos Antonio Rocca, fundador do Cemec-Fipe, morre aos 85 anos

R$ 88 bi do PIB e 640 mil empregos: os impactos do fim da escala 6x1