Economia

Crescimento global será maior que 3% em 2010, diz FMI

HONG KONG, 20 de janeiro (Reuters) - A economia mundial está se recuperando com mais força que o esperado e a taxa de crescimento em 2010 deve superar a previsão de 3 por cento, afirmou Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), nesta quarta-feira.   Porém, ele disse que a recuperação é desigual e […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de janeiro de 2010 às 08h31.

Priorizar nos meus resultados Google

HONG KONG, 20 de janeiro (Reuters) - A economia mundial está se recuperando com mais força que o esperado e a taxa de crescimento em 2010 deve superar a previsão de 3 por cento, afirmou Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), nesta quarta-feira.

Porém, ele disse que a recuperação é desigual e que várias regiões estão se recuperando em um ritmo variado.

Mesmo que a recuperação na maioria das economias avançadas deva continuar lenta e dependente de auxílio governamental, a perspectiva para as economias emergentes é consideravelmente melhor, disse Strauss-Kahn em comentários para um discurso no Fórum Financeiro Asiático.

Ele disse que a recuperação está sendo conduzida pela Ásia entre os mercados emergentes, devido à resiliência da demanda doméstica, à sólida estrutura econômica e à rápida resposta à crise.

O crescimento na região asiática, exceto no Japão, excederá 7 por cento em 2010, disse Strauss-Kahn.

"Isso significa que muitas economias do mercado emergente poderão retirar as medidas de auxílio à crise mais cedo que as economias avançadas, com aperto monetário geralmente antecedendo o aperto fiscal", disse ele.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Petrobras volta atrás e cancela aumento anunciado para a gasolina

Petrobras reajusta gasolina em R$ 0,19, mas alta é compensada por corte de impostos; entenda

Focus: mercado reduz projeção do IPCA de 2026 pela 2ª semana seguida

Split payment pode consumir até 10% da receita líquida mensal na indústria, diz estudo