Economia

Crescimento é "modesto a moderado", diz Livro Bege do Fed

Resultado do relatório de crescimento dos EUA reforça a perspectiva de uma redução no estímulo monetário


	Fábrica em Cleveland: economia americana estaria se expandindo em ritmo "modesto a moderado"
 (Chris Berry/Reuters)

Fábrica em Cleveland: economia americana estaria se expandindo em ritmo "modesto a moderado" (Chris Berry/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de setembro de 2013 às 16h30.

Washingon - A economia dos Estados Unidos expandiu-se em ritmo "modesto a moderado" na maior parte do país entre o início de julho e o fim de agosto, de acordo com o Livro Bege do Federal Reserve, reforçando a perspectiva de uma redução no estímulo monetário.

Com a maior parte dos integrantes do banco central norte-americano aparentemente inclinados a reduzir as controversas aquisição de ativos, que têm como objetivo manter baixos os juros de longo prazo, investidores esperam que o Fed comece a cortar o ritmo de 85 bilhões de dólares em compras mensais de títulos em sua próxima reunião, ainda neste mês.

Dados econômicos recentes têm sido mistos, mas não fracos o suficiente para sugerir qualquer distúrbio na recente recuperação, que está lentamente reduzindo o desemprego.

O Livro Bege, que é compilado a partir de conversas com os contatos corporativos do Fed, sinalizou fortalecimento na atividade imobiliária residencial, confirmando a recuperação deste ano no mercado imobiliário.

"Relatos de vários distritos sugerem que a alta nos preços de moradias e nas taxas de juros hipotecárias pode ter estimulado uma recuperação na atividade recente do mercado, já que muitos indecisos decidiram se comprometer com aquisições", informou o relatório.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)Indicadores econômicosDesenvolvimento econômicoCrescimento econômicoPIB

Mais de Economia

Galípolo fala em 'serenidade' e que BC é 'um transatlântico e não jetski'

Galípolo reforça fala de Haddad e defende meta de inflação de 3%

Payroll: EUA cria 130 mil empregos em janeiro, acima do esperado

Preço de apps como Uber e 99 cai 17,23% em janeiro após maior alta de 2025