• AALR3 R$ 20,22 -0.39
  • AAPL34 R$ 67,15 -0.31
  • ABCB4 R$ 16,63 -0.12
  • ABEV3 R$ 14,06 -0.50
  • AERI3 R$ 3,58 -0.83
  • AESB3 R$ 10,79 1.60
  • AGRO3 R$ 30,81 -0.96
  • ALPA4 R$ 20,32 -2.45
  • ALSO3 R$ 18,88 -0.68
  • ALUP11 R$ 27,13 -0.66
  • AMAR3 R$ 2,35 -2.08
  • AMBP3 R$ 29,85 -1.49
  • AMER3 R$ 22,55 -1.44
  • AMZO34 R$ 63,86 0.14
  • ANIM3 R$ 5,32 -0.75
  • ARZZ3 R$ 78,90 -1.13
  • ASAI3 R$ 15,70 -1.26
  • AZUL4 R$ 20,32 -1.79
  • B3SA3 R$ 11,93 -0.75
  • BBAS3 R$ 37,57 -0.61
  • AALR3 R$ 20,22 -0.39
  • AAPL34 R$ 67,15 -0.31
  • ABCB4 R$ 16,63 -0.12
  • ABEV3 R$ 14,06 -0.50
  • AERI3 R$ 3,58 -0.83
  • AESB3 R$ 10,79 1.60
  • AGRO3 R$ 30,81 -0.96
  • ALPA4 R$ 20,32 -2.45
  • ALSO3 R$ 18,88 -0.68
  • ALUP11 R$ 27,13 -0.66
  • AMAR3 R$ 2,35 -2.08
  • AMBP3 R$ 29,85 -1.49
  • AMER3 R$ 22,55 -1.44
  • AMZO34 R$ 63,86 0.14
  • ANIM3 R$ 5,32 -0.75
  • ARZZ3 R$ 78,90 -1.13
  • ASAI3 R$ 15,70 -1.26
  • AZUL4 R$ 20,32 -1.79
  • B3SA3 R$ 11,93 -0.75
  • BBAS3 R$ 37,57 -0.61
Abra sua conta no BTG

Conta de luz deve subir 16,7% em 2022, estima Aneel

Agência reguladora avalia medidas para reduzir impacto a menos de dois dígitos
Está em vigor hoje a bandeira vermelha 2, um adicional de R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora consumidos (Getty Images/brunorbs)
Está em vigor hoje a bandeira vermelha 2, um adicional de R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora consumidos (Getty Images/brunorbs)
Por Agência O GloboPublicado em 17/08/2021 07:55 | Última atualização em 17/08/2021 07:55Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Cálculos preliminares da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) preveem que as contas de luz podem subir, em média, 16,68% no próximo ano, principalmente por conta da crise hídrica, que atinge as principais hidrelétricas do país.

  • Esteja sempre informado sobre as notícias que movem o mercado. Assine a EXAME.

Para evitar que as contas disparem, a agência reguladora já analisa medidas para mitigar os efeitos para os consumidores e manter os reajustes inferiores a dois dígitos.

Os dados foram apresentados pelo superintendente de Gestão Tarifária da agência reguladora, Davi Antunes Lima, nesta segunda-feira em audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara.

Lima avalia, no entanto, que novas ações projetadas pela Aneel, como a antecipação de recursos decorrentes da privatização da Eletrobras, consigam reunir R$ 8,5 bilhões e reduzir o reajuste da tarifa cobrada dos consumidores.

— Com essas medidas adicionais, em vez dos 16,68% previstos para 2022, a gente ainda tem uma previsão de reajuste de 10,73%, mas estamos ainda estudando alternativas — disse o diretor.

As tarifas de energia são reajustadas caso a caso e são diferentes para cada distribuidora de energia.

O superintendente da Aneel afirma que diversos fatores justificam a alta das tarifas. Por conta da crise hídrica, mais energia tem sido gerada por termelétricas, mais caras. Parte dessa conta é coberta pelas bandeiras tarifárias, mas nem o restante será repassado para as tarifas em 2022, com incidência de juros.

Está em vigor hoje a bandeira vermelha 2, um adicional de R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Mesmo alta, ela não é suficiente para cobrir a geração por termelétricas.

As medidas do comitê de crise criado pelo governo — chamada de Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) — terão um impacto entre R$ 2,4 bilhões e R$ 4,3 bilhões, segundo a Aneel. Entre as medidas, está por exemplo a redução do uso da água para navegação, com indenização para quem saiu prejudicado.

Além disso, a alta do dólar impacta nas contas porque o custo de Itaipu é cobrado na moeda americana.

O superintendente da Aneel disse que o órgão analisa medidas para evitar que a conta fique salgada.

— A meta que a Aneel tem este ano é buscar reajustes tarifários inferiores a dois dígitos — disse.

Assine a EXAME e acesse as notícias mais importante em tempo real.