Economia

Capacidade instalada se mantém em 82,2% em junho, diz CNI

As vendas reais, que medem o faturamento do setor, subiram 0,5% em junho ante maio e 5,2% na comparação com junho do ano passado


	Indústria: no acumulado do ano, a massa salarial real tem alta de 1,9% em relação a de janeiro a junho do ano passado
 (Manoel Marques/EXAME.com)

Indústria: no acumulado do ano, a massa salarial real tem alta de 1,9% em relação a de janeiro a junho do ano passado (Manoel Marques/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de agosto de 2013 às 15h16.

Brasília - Os indicadores industriais de junho vieram positivos, segundos os dados divulgados na tarde desta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Apenas a capacidade instalada ficou estável em 82,2%, exatamente o patamar de maio. Em junho de 2012, a capacidade instalada na indústria de transformação era de 81,9%, pela série dessazonalizada.

As vendas reais, que medem o faturamento do setor, subiram 0,5% em junho ante maio e 5,2% na comparação com junho do ano passado.

As vendas reais acumulam uma alta de 5,3% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2012.

As horas trabalhadas cresceram 2,2% na comparação com maio deste ano e 0,4% em relação a junho de 2012.

No acumulado dos seis primeiros meses deste ano, as horas trabalhadas apresentam um aumento de apenas 0,1%.

O emprego na indústria de transformação subiu 0,2% em junho ante maio e 0,8% ante junho de 2012.

O crescimento é de 0,5% no acumulado do primeiro semestre de 2013.

A massa salarial real, por outro lado, caiu 0,7% sobre maio, mas subiu 3% na comparação com junho de 2012.

No acumulado do ano, a massa salarial real tem alta de 1,9% em relação a de janeiro a junho do ano passado.

Acompanhe tudo sobre:Indústrias em geralIndústriaEmpregosCNI – Confederação Nacional da Indústria

Mais de Economia

Boletim Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2026 pela 5ª vez consecutiva

Após ata, aposta por corte de 0,5 ponto na Selic em março ganha força

Carlos Antonio Rocca, fundador do Cemec-Fipe, morre aos 85 anos

R$ 88 bi do PIB e 640 mil empregos: os impactos do fim da escala 6x1