Economia

Brasil precisa reduzir impostos, afirma Dilma

Presidente observou, no entanto, que há muitos aspectos dentro da reforma tributária

Presidente Dilma Rousseff discursa para a mídia ao final da sessão plenária da Cúpula dos BRICs, em Nova Délhi (B Mathur/Reuters)

Presidente Dilma Rousseff discursa para a mídia ao final da sessão plenária da Cúpula dos BRICs, em Nova Délhi (B Mathur/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de março de 2012 às 11h15.

Nova Délhi - A presidente Dilma Rousseff disse em Nova Délhi que tem consciência de que o Brasil precisa reduzir a carga tributária e que está se empenhando nesse sentido. "Tenho consciência de que o Brasil precisa reduzir a carga tributária. Farei o que for possível para reduzi-la", disse a presidente, em entrevista em Nova Délhi, onde participa da reunião do BRICs, grupo integrado pelo Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul. Ela observou, no entanto, que há muitos aspectos na reforma tributária. "Tomamos medidas pontuais para que, no conjunto, a desoneração seja possível", disse.

Dilma confirmou que assim que chegar ao Brasil anunciará um conjunto de medidas. "Elas (as medidas) têm por objetivo justamente assegurar, através de questões tributárias e financeiras, maior capacidade de investimento para o setor privado", disse a presidente, que não deu mais detalhes.

Ela disse que, assim como os empresários, ela também reclama muito do sistema tributário. E admite até que, no futuro, seja possível encaminhar uma reforma global. No momento, afirmou, o governo toma medidas pontuais "que permitam que no conjunto se crie uma desoneração maior dos tributos no País".

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilGoverno DilmaPaíses emergentesBricsImpostosLeão

Mais de Economia

Governo altera projeção de alta do IPCA em 2026 de 3,7% para 4,5%

IBC-Br: prévia do PIB cai 0,7% em março de 2026

Focus eleva projeção de Selic de 13,00% para 13,25% em 2026

Petróleo a US$ 100 por guerra no Irã eleva apostas em pausa de cortes da Selic