Economia

Brasil e Argentina não chegam a acordo sobre têxteis

A Associação Brasileira da indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) e representantes dos empresários do setor têxtil argentino não chegaram a um acordo na reunião que discutiu as exportações brasileiras de fios sintéticos e acrílicos. As negociações foram suspensas. Paulo Skaf, presidente da Abit, disse em comunicado à imprensa que os empresários brasileiros vão reavaliar […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h23.

Priorizar nos meus resultados Google

A Associação Brasileira da indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) e representantes dos empresários do setor têxtil argentino não chegaram a um acordo na reunião que discutiu as exportações brasileiras de fios sintéticos e acrílicos. As negociações foram suspensas.

Paulo Skaf, presidente da Abit, disse em comunicado à imprensa que os empresários brasileiros vão reavaliar a situação. Falamos de produtos em que a produção Argentina dobrou, ou seja, em que não há qualquer prejuízo para sua indústria.

Segundo Skaf, a produção de fios sintéticos e acrílicos dobrou na Argentina, e não há motivos para as restrições das importações brasileiras. Como fica o tratado que criou o Mercosul, e que proíbe restrições comerciais entre países do bloco?

Na semana passada, o governo argentino impôs barreiras burocráticas às importações de têxteis brasileiros. Os empresários dos dois países chegaram a um acordo sobre a importação do denim, tecido usado para a fabricação de jeans, mas, mesmo assim, o governo da Argentina não suspendeu as barreiras. Os empresários da indústria têxtil argentina não têm representação única, por isso as negociações são feitas setor por setor.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Petrobras reajusta gasolina em R$ 0,19, mas alta é compensada por corte de impostos; entenda

Focus: mercado reduz projeção do IPCA de 2026 pela 2ª semana seguida

Split payment pode consumir até 10% da receita líquida mensal na indústria, diz estudo

PIB do Brasil cresce 0,5% no 2º trimestre de 2026, puxado pela agropecuária