Economia

BNDES assina dois acordos com bancos dos Brics

O objetivo é aumentar a colaboração entre os membros do bloco na promoção de uma economia de baixo carbono e para o desenvolvimento da infraestrutura na África

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa da reunião dos BRICs em Doha, na África do Sul (REUTERS/Rogan Ward)

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa da reunião dos BRICs em Doha, na África do Sul (REUTERS/Rogan Ward)

DR

Da Redação

Publicado em 27 de março de 2013 às 14h44.

São Paulo - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinou nesta quarta-feira dois acordos com bancos de desenvolvimento dos países que integram os Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul, além do Brasil).

O objetivo é aumentar a colaboração entre os membros do bloco na promoção de uma economia de baixo carbono e para o desenvolvimento da infraestrutura no continente africano, informou o banco em comunicado.

Os documentos foram firmados entre o Banco de Desenvolvimento e Assuntos Econômicos Externos (Vnesheconombank) da Rússia, o Exim-Bank da Índia, o Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês) e o Banco de Desenvolvimento do Sul da África (DBSA, na sigla em inglês).

A assinatura ocorreu durante a V Cúpula dos Brics, que acontece na cidade de Durban, na África do Sul.

O primeiro documento, o Acordo de Cooperação Multilateral e Cofinanciamento para o Desenvolvimento Sustentável dos Brics, estabelece as bases para a coordenação e troca de informações entre as instituições dos cinco países com objetivo de aprimorar os mecanismos de desenvolvimento sustentável e fomentar parcerias na área.

O segundo documento, o Acordo Multilateral dos Brics para o Cofinanciamento de Infraestrutura na África, tem intenção de facilitar pactos bilaterais entre os bancos de desenvolvimento do bloco para apoiar projetos em solo africano.

Outro objetivo é promover o comércio de bens, serviços e os investimentos entre os países dos Brics e a África.

Acompanhe tudo sobre:BancosBricsFinançasBNDES

Mais de Economia

Oriente Médio perderá US$ 4,3 bilhões em 2026 no setor aéreo, prevê Iata

Aéreas vão gastar US$ 100 bi a mais com combustível e lucro cai pela metade, diz Iata

Corte de voos segue em análise, especialmente em rotas no interior, diz CEO da Azul

Passagens aéreas devem seguir mais caras pelo resto do ano, diz CEO da Latam