Economia

BC do México mantêm taxa de juro em 4%

O conselho do banco central mexicano votou para manter a taxa overnight em 4% após um corte de 0,50 ponto porcentual em sua reunião em março


	O banco central mexicano afirmou que vê a recente melhora da taxa de inflação anual do país acima de seu intervalo da meta como um fenômeno temporário
 (Yuri Cortez/AFP)

O banco central mexicano afirmou que vê a recente melhora da taxa de inflação anual do país acima de seu intervalo da meta como um fenômeno temporário (Yuri Cortez/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de abril de 2013 às 14h30.

O Banco do México anunciou nesta sexta-feira que manteve a taxa de juros inalterada e forneceu pouca indicação sobre se cortará a taxa mais para frente apesar dos sinais recentes de desaceleração do crescimento econômico.

O conselho do banco central mexicano votou para manter a taxa overnight em 4% após um corte de 0,50 ponto porcentual em sua reunião em março - o primeiro ajuste da taxa em quatro anos.

Os economistas tinham previsto que banco deixaria a taxa inalterada e apenas um de 22 bancos consultados pela pesquisa Banamex espera que a autoridade monetária corte a taxa novamente neste ano.

O banco central mexicano reforçou essas expectativas em seu comunicado nesta sexta-feira, argumentando que vê a recente melhora da taxa de inflação anual do país acima de seu intervalo da meta como um fenômeno temporário.

Embora tenham reconhecido que a economia do México perdeu força, os formuladores de políticas públicas disseram que o maior risco para o crescimento econômico será uma desaceleração mais intensa da economia dos EUA, se ela se materializar.

As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:América LatinaMercado financeiroMéxicoBanco CentralJuros

Mais de Economia

Boletim Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2026 pela 5ª vez consecutiva

Após ata, aposta por corte de 0,5 ponto na Selic em março ganha força

Carlos Antonio Rocca, fundador do Cemec-Fipe, morre aos 85 anos

R$ 88 bi do PIB e 640 mil empregos: os impactos do fim da escala 6x1