Economia

BC da Argentina reduz taxa de juros para 58%

Juros altos eram a maneira como a gestão do banco central que deixou a entidade há 10 dias tinha de lidar com a inflação

Peso: Argentina atravessa uma forte crise que o presidente, Alberto Fernández (Marcos Brindicci/Reuters)

Peso: Argentina atravessa uma forte crise que o presidente, Alberto Fernández (Marcos Brindicci/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 20 de dezembro de 2019 às 07h55.

Última atualização em 20 de dezembro de 2019 às 07h57.

Buenos Aires — O banco central da Argentina cortou na quinta-feira sua taxa de juros referencial para 58%, de 63%, como parte dos esforços do novo governo de centro-esquerda para reanimar a economia.

"A taxa de juros de referência estava em um nível inadequado e potencialmente inconsistente com as perspectivas de evolução nominal das variáveis econômicas relevantes", disse o banco em comunicado.

A Argentina atravessa uma forte crise que o presidente, Alberto Fernández, pretende combater reativando a economia mas sem descuidar do equilíbrio fiscal, para não alimentar uma inflação que este ano ficará acima de 50%.

Os juros altos eram a maneira como a gestão do banco central que deixou a entidade há 10 dias tinha de lidar com a inflação.

Acompanhe tudo sobre:ArgentinaAmérica do SulAlberto Fernández

Mais de Economia

Mineração pode destravar R$ 1,3 tri em arrecadação no Brasil, aponta Vale

Do petróleo aos royalties: o impacto bilionário da Margem Equatorial na economia

IBC-Br: prévia do PIB recua 0,6% em junho e fica abaixo do consenso

Economia da China desacelera: investimento cai 6,7% e desemprego sobe para 5,2%