Economia

Autorizado reajuste de 9,3% nas tarifas dos Correios

O Ministério da Fazenda autorizou um reajuste linear de 9,329% nas tarifas e preços dos serviços postais


	Central de distribuição dos Correios: os preços finais, no entanto, devem ser definidos pelo Ministério das Comunicações
 (Lia Lubambo/ Arquivo EXAME)

Central de distribuição dos Correios: os preços finais, no entanto, devem ser definidos pelo Ministério das Comunicações (Lia Lubambo/ Arquivo EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de abril de 2015 às 12h29.

Brasília - O Ministério da Fazenda autorizou um reajuste linear de 9,329% nas tarifas e preços dos serviços postais de monopólio prestados pelos Correios.

A decisão consta de portaria assinada pelo ministro Joaquim Levy publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 7.

O documento autoriza os valores máximos a serem cobrados pela empresa.

Os preços finais, no entanto, devem ser definidos pelo Ministério das Comunicações.

"O reajuste das tarifas dos serviços postais e telegráficos, nacionais e internacionais, prestados exclusivamente pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT, a ser aprovado pelo Ministério das Comunicações, nos termos do art. 32 da Lei nº 6.538, de 22 de junho de 1978, deverá observar os limites constantes do Anexo a esta Portaria e o disposto na Portaria MF nº 244, de 25 de março de 2010", diz a portaria.

Qualquer outro reajuste das tarifas somente poderá ser implementado depois de decorridos 12 meses, no mínimo, ressalta o documento.

Segundo a portaria, a tarifa da carta comercial de até 20 gramas, por exemplo, não poderá exceder o valor de R$ 1,40.

Já os telegramas internacionais para o grupo 1 de países não poderá custar mais que R$ 1,08, por palavra.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas brasileirasEstatais brasileirasEmpresas estataisServiçosPreçosCorreiosMinistério da Fazenda

Mais de Economia

Durigan diz que Lei da Reciprocidade pode ser discutida novamente se tarifaço dos EUA for confirmado

Inflação da Argentina desacelera em junho, representando uma vitória para Milei

Focus projeta queda de 5,30% para 5,16% do IPCA em 2026

Empresários de Brasil e EUA propõem acordo em duas etapas para evitar tarifaço