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Adesão à OCDE pode impulsionar PIB per capita do Brasil, diz Ipea

A entrada do Brasil na organização estimularia os fluxos de capital, investimento e comércio internacional, diz o instituto em relatório
Adesão do Brasil à OCDE pode gerar crescimento do produto interno bruto em cerca de 7 bilhões de dólares por ano, afirma Ipea (Reuters/Charles Platiau)
Adesão do Brasil à OCDE pode gerar crescimento do produto interno bruto em cerca de 7 bilhões de dólares por ano, afirma Ipea (Reuters/Charles Platiau)
Por ReutersPublicado em 26/04/2021 18:32 | Última atualização em 26/04/2021 22:44Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) poderia impulsionar o crescimento econômico per capita em 0,4% ao ano, segundo um estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A adesão do Brasil à OCDE estimularia os fluxos de capital, investimento e comércio internacional, impulsionando o crescimento do produto interno bruto em cerca de 7 bilhões de dólares por ano, disse o Ipea em um relatório.

O PIB per capita do Brasil tem caído drasticamente nos últimos anos, pois a economia não conseguiu se recuperar totalmente da recessão de 2015 a 2016, enquanto a moeda brasileira tem desvalorizado em relação ao dólar.

De acordo com dados do Banco Central, o PIB per capita a preços constantes em dólares no ano passado foi de 6.819,97 dólares, mínima desde 2006 e cerca de metade do que foi em seu pico, em 2011, de mais de 13.000 dólares.

 

A queda foi notavelmente acentuada no ano passado, quando o real perdeu quase 30% de seu valor em relação ao dólar. Os números do BC mostram que o PIB per capita em 2019 ficou em quase 9.000 dólares.

Em termos locais, o PIB per capita da maior economia da América Latina no ano passado ficou em 35.172 reais, um pouco abaixo da máxima recorde de 2019, de 35.247 reais, de acordo com o Banco Central.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia dito que espera que o Brasil se junte à OCDE até o final deste ano, enquanto o presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a recente autonomia da autoridade monetária deve ajudar no processo.

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