Cobertura olímpica da EXAME foge do óbvio e traz 2,7 milhões de audiência

Para além de Rebeca, Biles, Rayssa e Isaquias, jornalismo da EXAME trouxe discussões de carreira, novidades tecnológicas e dados sobre política e economia
 (Tokyo 2020/Reprodução)
(Tokyo 2020/Reprodução)
Por Blog da ExamePublicado em 09/08/2021 14:23 | Última atualização em 09/08/2021 15:45Tempo de Leitura: 3 min de leitura

O que a medalha de prata de Kelvin Hoefler no skate revela sobre o poder dos tímidos? Como o exemplo da jogadora de vôlei Carol Gataz, que estreou nas Olimpíadas aos 40 anos, pode acelerar a contratação de profissionais maduros? O que ficará do debate de Simone Biles e Naomi Osaka sobre saúde mental? De que forma o uso do canabidiol pode melhorar a saúde de atletas e de fatias relevantes da população?

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Esporte de alto rendimento, e os Jogos Olímpicos, mais especificamente, são daqueles temas capazes de trazer exemplos e levantar reflexões que vão muito além dos campos, pistas e quadras. Foi por este motivo que a EXAME, maior veículo de economia e negócios do país, se debruçou sobre as Olimpíadas nas últimas semanas e trouxe a seus leitores e seguidores uma ampla cobertura sobre os jogos mais desafiadores da história.

Ao longo de 40 dias os jornalistas da EXAME publicaram 130 reportagens que explicam os Jogos e que ajudam a entender o mundo a partir deles. Foi um trabalho multidisciplinar, com reportagens em Invest, Carreira, Macro, Tecnologia, Casual -- publicadas em nosso site, revista e nas contas da EXAME no Twitter, Instagram, Facebook, LinkedIn e TikTok.

Mostramos, por exemplo, como as Olimpíadas, combinadas ao recesso parlamentar, fizeram com que esporte passasse de longe a política entre os temas mais comentados nas redes sociais. O levantamento, da consultoria Bites, mostrou que o pico de menções dos jogos no Twitter foi a final feminina do skate, com medalha de prata para Rayssa Leal.

Ainda no campo da economia e geopolítica, mostramos porque a China enviou três times olímpicos a Tóquio (incluindo Hong Kong); por que Porto Rico compete separado dos Estados Unidos; como a Rússia competiu com um "CNPJ" diferente, o de Comitê Olímpico Russo. Mostramos, ainda como o Japão usou o evento para mostrar a aposta sem volta em sustentabilidade para seu futuro, com camas de papel e medalhas recicladas, por exemplo.

Contamos também a história de empresas por trás do jogos, como fabricantes de máscaras, as startups que auxiliam os atletas e a misteriosa marca chinesa que vestiu delegações como a brasileira. E mostramos como Tóquio também foi palco de novidades financeiras, como NFTs colecionáveis em blockchain lançados para os Jogos.

Por fim, não faltaram personagens. Contamos, com o olhar da EXAME, a história da ginasta campeã Rebeca Andrade, do banqueiro Muhammad Yunus, premiado na cerimônia de abertura, e até de Galvão Bueno, narrador que se reinventou com a transmissão dos bastidores nas redes socias.